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| 08/09/2010 18:06 Bolsa de NY fecha em alta após anúncio de Obama O mercado norte-americano de ações reverteu as perdas de ontem e fechou em alta hoje. No caso do índice Dow Jones, este foi o quinto fechamento em alta nos últimos seis pregões. O dia foi marcado pela divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano); embora o relatório tenha indicado uma desaceleração no crescimento da economia dos EUA, sete dos doze distritos do Fed relataram condições melhores em suas respectivas regiões. Os temores quanto à divida soberana de países europeus foram aliviadas por leilões bem sucedidos de títulos dos governos de Portugal e da Polônia e o setor financeiro reagiu positivamente ao anúncio de um acordo no âmbito do BIS (Banco para Compensações Internacionais) para as reformas de regulamentação Basileia III. O anúncio de propostas de cortes de impostos para as empresas pelo presidente Barack Obama também foi bem recebido pelo mercado, embora detalhes não tenham sido divulgados até o fechamento. Entre as componentes do Dow Jones, os destaques positivos incluíram JPMorgan Chase (+2,19%), Alcoa (+1,93%), Caterpillar (+1,49%) e Boeing (+1,70%). As ações da Hewlett-Packard caíram 2,78%, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do UBS; a empresa emitiu US$ 3 bilhões em bônus nesta quarta-feira. No setor de comércio varejista, as ações da Staples subiram 1,98% e as da Costco avançaram 0,97%, depois de recomendação pelos analistas do Goldman Sachs. As da Apple, do setor de tecnologia, subiram 1,98%, depois de o UBS elevar sua previsão de lucro. O Dow fechou em alta de 46,32 pontos (0,45%), em 10.387,01 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 19,98 pontos (0,90%), em 2.228,87 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 7,03 pontos (0,64%), em 1.098,87 pontos. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2010 18:02 Petróleo fecha em alta, mas abaixo de US$ 75 em NY Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta, embora a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano) tenha feito o preço recuar para abaixo da marca de US$ 75 o barril, que havia sido superada ao longo da sessão. Os contratos de petróleo com entrega para outubro subiram US$ 0,58 (0,78%) e fecharam a US$ 74,67 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Na plataforma ICE, o petróleo do tipo Brent fechou em alta de US$ 0,43 (0,55%), a US$ 78,17 o barril. Durante a manhã, o valor do barril atingiu a máxima da sessão de negócios hoje de US$ 75,39 na Nymex, mas posteriormente recuou, após o Fed afirmar que a recuperação da economia norte-americana mostra "sinais generalizados de desaceleração". O Livro Bege se somou a dados recentes do governo e a outros indicadores apontando que a economia norte-americana ainda enfrenta dificuldades. Com os estoques combinados de petróleo e derivados no nível mais alto em 27 anos, operadores analisam sinais da economia mais ampla procurando indícios sobre a força da demanda futura por petróleo bruto. Nas últimas semanas, os dados econômicos têm sido divergentes, o que faz com que o petróleo seja negociado em uma faixa entre US$ 70 e US$ 80 o barril. O petróleo ficou fortemente ligado ao mercado de ações nos últimos meses e hoje a alta das bolsas ajudou a commodity a fechar o dia com ganhos. "É difícil definir o que vai influenciar o mercado", disse Mark Waggoner, presidente da Excel Futures. "É de se pensar que os fundamentos assumiriam o controle do mercado a certa altura, mas isso não está acontecendo". Os corretores estão receosos em fazer com que o petróleo caia abaixo de US$ 70 o barril, em especial devido a expectativas de melhora da economia. Além disso, a temporada de furacões no Oceano Atlântico poderia reduzir rapidamente os estoques se uma tempestade afetasse a produção no Golfo do México. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2010 17:43 Bolsa sucumbe a Petrobras, Vale e a ajuste a NY ontem A Bovespa teve um pregão sem graça nesta volta do feriado doméstico, com os investidores ajustando os preços dos papéis ao comportamento negativo dos ADRs ontem em Nova York. Ao mesmo tempo, a queda pronunciada dos papéis de Petrobras e Vale aniquilou qualquer possibilidade de reação, levando a Bolsa a operar na contramão do mercado norte-americano. O Ibovespa encerrou a quarta-feira em baixa de 0,51%, aos 66.407,28 pontos. O volume negociado atingiu R$ 5,69 bilhões. Petrobras, em queda superior a 4%, está devolvendo uma parte da valorização dos últimos dias, quando as ações passaram por um rali antes da data limite fixada pela companhia para os interessados em participar da oferta prioritária. Segundo operadores, a partir de agora até o dia 23, quando se encerra o processo de formação de preços das novas ações (bookbuilding), Petrobras tende a oscilar. O papel PN terminou com perda de 4,33%, a R$ 27,83, e a ON encolheu 4,44%, cotada a R$ 31,86. Vale também foi destaque pelo lado negativo. A ON cedeu 1,69% e a PNA declinou 1,88%, justamente no dia em que a mineradora lançou uma operação de captação no mercado internacional de US$ 1,75 bilhão, dividida em duas partes. A demanda superou em cerca de três vezes a oferta, conforme uma das instituições que trabalham na operação. Alguns analistas associam essa desvalorização dos papéis de Vale à notícia de que a mineradora anglo-australiana Rio Tinto fechou um acordo com as principais siderúrgicas japonesas para reduzir os preços do seu minério de ferro para o período de outubro a dezembro em aproximadamente 13%, na comparação com o trimestre anterior. A divulgação do Livro Bege nos EUA esta tarde, o principal evento da agenda do dia, não trouxe novidades e as bolsas em Wall Street sustentaram a trajetória de alta, após baixa de pouco mais de 1% no pregão da véspera. O índice Dow Jones avançou 0,45%; o S&P 500 subiu 0,64% e o Nasdaq teve ganho de 0,90%. No relatório mensal sobre as condições da economia, o Federal Reserve (Fed, banco central americano) afirmou que os dados econômicos de suas 12 regionais mostraram que a expansão da economia continua, embora existam "sinais generalizados de desaceleração em comparação a períodos anteriores".
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| 08/09/2010 17:15 Dólar cai a R$ 1,724 mesmo com dois leilões de compra O Banco Central (BC) surpreendeu o mercado nesta volta do feriado do Dia da Independência ao realizar dois leilões de compra de dólares, o que não acontecia desde 3 de maio - após essa data, a estratégia do BC foi a realização de um leilão diário de compra da divisa norte-americana, com o objetivo de conter sua desvalorização ante o real. O BC fez hoje um leilão por volta das 12h20, e fixou taxa de corte das propostas em R$ 1,7236, e outro por volta das 16h00, perto do fechamento, com corte de taxa em R$ 1,7248. Mas, ao final, a moeda norte-americana fechou em queda, com a segunda atuação do BC tendo o efeito de apenas reduzir sua perda. Ao longo da tarde, antes do segundo leilão, o dólar registrava recuo de 0,23%, que foi reduzido para 0,17% no fechamento. O dólar comercial fechou hoje com queda de 0,17% a R$ 1,724, no mercado interbancário de câmbio. No mês, a moeda registra perda de 1,82% e no ano acumula queda de 1,09%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista encerrou o pregão a R$ 1,724, recuo de 0,09%. O euro comercial registrou cedeu de 1,39% para R$ 2,192. Esta foi a quinta vez este ano que o BC foi além de um leilão diário de compra de dólares. De acordo com fontes, a dupla atuação do BC hoje adquirindo dólares pode indicar tanto uma mudança na sua estratégia de controle da valorização do real ante o dólar, como uma operação isolada, destinada a retirar liquidez momentânea do mercado. O dólar cai no mercado doméstico com as expectativas de fluxo positivo em setembro, renovadas pelos anúncios de captações por empresas brasileiras no exterior nesta volta do feriado da Independência - o piso de R$ 1,70 voltou a ser considerado pelos investidores. Para precificar o dólar para baixo o mercado interno contabilizou no noticiário do dia sobre captações externas de empresas brasileiras um ingresso total de dólares superior a US$ 4 bilhões, sem contar entrada também na casa dos bilhões de dólares que espera até o fim do mês para a oferta da Petrobras. Nesse cenário, a moeda norte-americana não teve fôlego nem mesmo para impor ao real o ajuste da alta obtida ontem no exterior ante o euro, dia em que o mercado local não abriu. Câmbio turismo Nas operações de câmbio turismo, o dólar fechou em queda de 0,16% e foi negociado em média à R$ 1,833 na ponta de venda e a R$ 1,73 na compra. O euro turismo cedeu 0,13% a R$ 2,327 (venda) e R$ 2,213 (compra).
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| 08/09/2010 15:56 Bolsas de NY sustentam ganhos após Livro Bege As Bolsas de Nova York conseguiram se manter em terreno positivo após a divulgação do Livro Bege, relatório mensal do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) sobre a situação econômica do país. No seu relatório, o Federal Reserve afirmou que dados econômicos de suas 12 regionais mostraram que a expansão da economia norte-americana continua, embora existam "sinais generalizados de desaceleração em comparação a períodos anteriores". O Fed também disse que as vendas de moradias continuam caindo nos EUA após o fim de um crédito fiscal para a compra de imóveis residenciais, em junho, provocando um declínio na atividade do setor de construção. Além disso, as 12 regionais do banco central informaram que a demanda por empréstimos diminuiu levemente ou ficou praticamente estável recentemente. Às 15h50 (de Brasília), Dow Jones subia 0,59%, o Nasdaq avançava 1,02%, enquanto o S&P 500 ganhava 0,83%. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2010 14:26 Maioria das bolsas europeias fecha em alta A maioria das bolsas europeias fechou em alta, graças ao alívio trazido pelo bem sucedido leilão de dívidas soberanas de Portugal. Mesmo assim, muitas ações de empresas financeiras tiveram desvalorização. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,99% para 262,33 pontos. A maioria das ações de empresas do setor bancário fechou em queda novamente hoje, após o forte recuo de ontem, com o retorno dos receios sobre a exposição dos bancos às dívidas de mercados da periferia da Europa. Entretanto, Portugal finalizou com sucesso um leilão de bônus hoje, ajudando a aliviar parte dessas preocupações. O custo do empréstimo aumentou para o governo em relação ao leilão anterior, mas a demanda foi relativamente forte. Mesmo assim, outros mercados da Europa ainda preocupam. "As dívidas de países da periferia da Europa são a principal questão no momento, com o prêmio de risco dos bônus da Irlanda aumentando hoje de novo", comentou Stephen Taylor, estrategista da Dolmen Stockbrokers. O governo da Irlanda disse que vai dividir o Anglo Irish Bank em duas empresas separadas, em um esforço para minimizar os custos do resgate da instituição. O índice ISEQ, da Bolsa de Dublin, fechou em queda de 0,89%. A Grécia também esteve no foco hoje, após o Banco Nacional da Grécia afirmar na noite de ontem que pretende levantar um capital de 2,8 bilhões de euros. Hoje as ações do banco caíram mais de 6%. O índice ASE, da Bolsa de Atenas, recuou 1,96%. Além disso, o governo grego revisou para 1,8%, de 1,5%, a contração estimada para o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre na comparação com o trimestre anterior. O índice FT-100, da Bolsa de Londres, fechou em alta de 0,41%, a 5.429,74 pontos, se recuperando de perdas registradas mais cedo. A produção manufatureira do Reino Unido teve em julho seu maior aumento anual em mais de 15 anos. Segundo o Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês), a produção manufatureira cresceu 4,9% em julho na comparação com julho do ano passado. O índice FT-100 também foi impulsionado pelas ações da petroleira BP, que subiram 1,32% após a agência de classificação de risco Fitch elevar o rating da empresa. Os papéis da BP também foram auxiliados pelos resultados da investigação da empresa sobre o vazamento no Golfo do México, segundo a IG Index. A mineradora Antofagasta subiu 3,07% e a Xstrata ganhou 2,99%. O banco Barclays recuou 1,91%, aumentando as perdas registradas na sessão anterior, quando anunciou que o próximo executivo-chefe da instituição será Robert Diamond. Além disso, a consultoria Bernstein Research rebaixou a recomendação do banco. As ações da Vodafone, do setor de telecomunicações, caíram 0,06% depois de a empresa anunciar que vai vender sua participação de 3,2% na China Mobile por 4,3 bilhões de libras (US$ 6,67 bilhões). Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra DAX fechou com elevação de 0,76%, a 6.164,44 pontos. A produção industrial na Alemanha aumentou apenas 0,1% em julho ante junho. A mineradora Kali & Salz Beteiligungs subiu 2,46%, com o aumento das especulações de que a empresa poderia ser alvo de aquisição como resultado da potencial guerra de ofertas pela Potash Corp, disse um trader. A Daimler avançou 1,56% e a BMW subiu 2,40%. O Commerzbank perdeu 0,93% e o Deutsche Bank recuou 0,64%. O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, fechou em alta de 0,92%, em 3.677,21 pontos. No setor bancário, o Dexia perdeu 0,62%, o Société Générale recuou 1,10% e o Crédit Agricole teve queda de 1,69%. Ações consideradas defensivas registraram alta. A L'Oreal ganhou 2,04% e a Sanofi-Aventis avançou 2,05%. A EADS perdeu 0,88%, depois de sua unidade Airbus se recusar a iniciar conversações com a Ryanair sobre a possibilidade da companhia aérea comprar aeronaves da francesa. A Bouygues recuou 0,44%, após ter sua recomendação rebaixada pela Cheuvreux. Na Bolsa de Madri, o índice Ibex-35 fechou em alta de 1,02%, em 10.586,20 pontos. O índice FTSE-MIB, da Bolsa de Milão, fechou em alta de 0,91%, em 20.580,26 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,76% e fechou em 7.364,32 pontos. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2010 13:25 Estrangeiros retiraram R$ 40,175 mi da Bovespa no dia 3 Os investidores estrangeiros retiraram R$ 40,175 milhões da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última sexta-feira, dia 3. Naquele pregão, o índice Bovespa (Ibovespa) terminou a sessão em baixa de 0,19%, aos 66.678,62 pontos. Em setembro, até o dia 3, o saldo de capital externo na Bovespa está negativo em R$ 23,988 milhões. As compras totalizam R$ 5,745 bilhões e as vendas, R$ 5,769 bilhões. No ano, há um déficit acumulado de recursos estrangeiros de R$ 58,596 milhões.
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| 08/09/2010 10:35 NY abre em alta, à espera do Livro Bege do Fed As Bolsas de Nova York abriram esta quarta-feira em alta, enquanto os investidores aguardam o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano), embora as preocupações com os bancos europeus e a dívida soberana de países da Europa que predominaram no início do dia limitem os ganhos. Um bem sucedido leilão de bônus pelo governo de Portugal ajudou a acalmar o nervosismo. Às 10h34 (de Brasília), o índice Dow Jones registrava alta de 0,31% aos 10.371,64 pontos; o Nasdaq subia 0,47% para 2.219,58 pontos e o S&P 500 tinha valorização de 0,31% aos 1.095,26 pontos. "Como os mercados estão muito concentrados no medo neste momento, qualquer pequena notícia positiva produz uma pequena volta do apetite por risco", comentou Mads Koefoed, estrategista do Saxo Bank. O governo português vendeu 661 milhões de euros (US$ 839 milhões) em dívida de três anos e 378 milhões de euros em papéis de 10 anos. A demanda foi sólida e o volume vendido ficou perto do teto da faixa pretendida, ajudando a melhorar o sentimento dos mercados. Agora os investidores vão aguardar a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, prevista para as 15h (de Brasília), e os números sobre o crédito ao consumidor e os estoques de petróleo dos EUA. O leilão português contrabalançou os indicadores fracos divulgados na Alemanha e os receios com relação à Europa. As exportações alemãs diminuíram em julho, enquanto a produção industrial subiu apenas 0,1%, menos do que o esperado. Além disso, pesaram sobre os mercados no começo da manhã as preocupações levantadas por uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal no início desta semana, que afirmou que os testes de estresse feitos com os bancos europeus neste ano minimizou o volume de dívida de governos de alto risco que as instituições possuem. Também colaborou para acalmar os investidores o relatório da petroleira britânica BP sobre o vazamento de petróleo no Golfo do México. A companhia afirmou que "uma sequência de falhas envolvendo várias partes diferentes" levou à explosão e ao incêndio que mataram 11 pessoas e causaram o desastre ambiental no início deste ano. As ações da BP subiram, dando sustentação aos papéis de empresas de petróleo e gás. Ainda no cenário corporativo, a Talbots informou que, embora tenha passado de prejuízo para lucro no segundo trimestre deste ano, suas vendas caíram no período. A varejista também reduziu sua meta de crescimento neste ano. As informações são da Dow Jones.
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| 08/09/2010 10:15 Bovespa abre em baixa à espera de capital externo As férias de verão no Hemisfério Norte chegaram ao fim e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está à espera do capital externo que deve retornar aos negócios a partir de agora. A movimentação em torno das ações da Petrobras pode ser um indicativo desse apetite, em meio ao processo de capitalização da companhia. Porém, a falta de disposição ao risco mantém os mercados vulneráveis hoje - dia do primeiro pregão de fato da Bolsa nesta semana, encurtada por dois feriados. Enquanto a praça local permaneceu fechada ontem, Wall Street teve um dia de baixa, o que influencia a abertura em queda do mercado de ações brasileiro. Às 10h13 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) recuava 0,62%, aos 66.331 pontos. Após um início de semana fraco, com feriados nos Estados Unidos na segunda-feira e no Brasil ontem, o mercado deve retomar o fôlego hoje. Mas a agenda econômica do dia traz poucos indicadores, com os agentes concentrando as atenções no Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que será divulgado às 15 horas (horário de Brasília). O mercado deve acompanhar a avaliação do BC norte-americano sobre a economia do país e as eventuais indicações sobre um novo alívio monetário. Na esfera administrativa, o governo do presidente Barack Obama começou a propor medidas de estímulo à economia dos EUA, com o anúncio de um plano de obras públicas para os próximos seis anos. Hoje, a expectativa é de que ele apresente novas propostas, durante discurso em Cleveland (Ohio). Entre elas deve estar um plano para reduzir os impostos cobrados das empresas. No Brasil, a Bovespa deve seguir refém das movimentações da Petrobras, que vive uma oferta pública de ações. Segundo analistas, a procura dos acionistas que querem aumentar posição na empresa antes da primeira data de corte para a subscrição, em 10 de setembro, vem puxando os papéis da companhia desde a última sexta-feira. A dúvida é saber se tal demanda terá continuidade, com os papéis respirando aliviados passadas as incertezas sobre o processo de capitalização, ou se os agentes vão voltar a bater nas ações diante da possibilidade de diluição dos minoritários e da maior estatização da petrolífera.
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| 08/09/2010 10:05 Dólar comercial abre em queda de 0,17%, a R$ 1,724 O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,17%, negociado a R$ 1,724 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,35%, cotada a R$ 1,727. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em alta de 0,26%, a R$ 1,73. A expectativa é de que o dólar siga sua rota de queda em relação ao real ao longo do dia, buscando aos poucos a marca de R$ 1,70, pressionado pela perspectiva de fluxo fortemente positivo para o País. O mercado espera não só as entradas de recursos ligados à capitalização da Petrobras, mas também outras captações menores antes das eleições de outubro. Hoje, será divulgado o Livro Bege, que resume as condições econômicas dos Estados Unidos. O mercado vai tentar encontrar, no documento, pistas sobre os caminhos que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) seguirá na política monetária do país. Além disso, o presidente norte-americano, Barack Obama, deve apresentar uma proposta que prevê que as empresas do país possam abater 100% de impostos que incidam sobre investimentos feitos em máquinas e equipamentos durante o ano de 2011. Esta é mais uma medida para tentar impulsionar a atividade econômica. No Brasil, o mercado amanheceu com a confirmação de uma captação que era comentada desde a semana passada. A Odebrecht conseguiu US$ 500 milhões em bônus perpétuos. Pelo menos US$ 300 milhões devem entrar no País, já que a empresa tem pela frente diversos investimentos, inclusive a construção do estádio que deve ser palco da abertura da Copa de 2014. Segundo a empresa, US$ 200 milhões serão usados no pagamento de dívidas antigas. Também hoje, a Vale divulgou um comunicado avisando que pretende emitir bônus com vencimento de dez anos.
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| 08/09/2010 07:46 Realização de lucros afeta mercados asiáticos A maioria das Bolsas da Ásia fechou no vermelho nesta quarta-feira. Após os ganhos registrados nos últimos pregões, os investidores decidiram realizar lucros. Não houve negociações na Bolsa de Jacarta, na Indonésia, devido a um feriado. Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong, que encerrou um rali de cinco sessões seguidas de alta, nos quais adicionou 4,2%. O índice Hang Seng caiu 312,93 pontos, ou 1,5%, e terminou aos 21.088,86 pontos. A Bolsa de Xangai, na China, apresentou ligeira queda. A possibilidade de medidas adicionais de aperto prejudicou o setor imobiliário. Já os ganhos em empresas de metais, por conta da disposição de Pequim de acelerar a consolidação do segmento, limitaram o declínio. O índice Xangai Composto recuou 0,1% e terminou aos 2.695,29 pontos. O yuan se desvalorizou em relação ao dólar, em virtude do enfraquecimento do euro. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,7943 yuans, de 6,7914 yuans do fechamento de terça-feira. A taxa de paridade central dólar-yuan foi fixada em 6,7907 yuans, de 6,799 yuans ontem. A Bolsa de Taipé, em Taiwan, acompanhou as correções dos mercados norte-americanos e foi influenciada pelos temores sobre a saúde dos bancos europeus. O índice Taiwan Weighted fechou em queda de 0,4%, encerrando aos 7.851,31 pontos. Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul encerrou o dia em baixa, com recuo das ações do setor financeiro e de tecnologia e realização de lucros em siderúrgicas. Também pesou a expectativa sobre a decisão do banco central da Coreia do Sul (BOK, na sigla em inglês) sobre a taxa de juros, que ocorrerá na quinta-feira. O índice Kospi caiu 0,5%, fechando em 1.779,22 pontos. Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 fechou praticamente estável, com queda de apenas 0,79%, encerrando aos 4.573,2 pontos. Nas Filipinas, o índice PSE da Bolsa de Manila avançou 0,8% e fechou aos 3.804,73 pontos, maior nível dos últimos três anos. A Bolsa de Cingapura teve baixa, seguindo os mercados regionais, com renovadas preocupações sobre a crise das dívidas soberanas na Europa. O índice Straits Times recuou 0,8% e fechou aos 3.011,42 pontos. O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, fechou estável, aos 923,88 pontos, pressionado por realizações de lucros, mas com otimismo sobre resultados do terceiro trimestre dando suporte. O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, ficou estável e fechou aos 1.434,14 pontos, uma vez que os investidores realizaram lucros à véspera de longo fim de semana. As informações são da Dow Jones
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| 08/09/2010 07:33 Tóquio recua 0,8% com preocupação com alta do iene A Bolsa de Tóquio fechou em queda, interrompendo uma sequência de quatro dias de alta, uma vez que se reacenderam as preocupações com a valorização do iene, apesar de o Banco do Japão (BoJ, banco central) ter sinalizado sua disposição de afrouxar ainda mais a política monetária no caso de um enfraquecimento da recuperação econômica do país. O índice Nikkei 225 recuou 75,32 pontos, ou 0,8%, e fechou aos 9.226,0 pontos. As ações das empresas exportadoras de alta tecnologia que haviam subido recentemente ficaram sob pressão vendedora. Mas o sentimento do mercado se levantou depois que o presidente dos EUA, Barack Obama, propôs na segunda-feira gastar US$ 50 bilhões no ano que vem na construção de autoestradas, aeroportos e ferrovias, a fim de impulsionar a economia. "É muito grande o significado de uma mudança no foco global, da consolidação fiscal para as condições econômicas", disse Masatoshi Sato, estrategista da Mizuho Investors Securities. As informações são da Dow Jones
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