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20/11/2008 20:22 Bolsa de NY cai forte à espera de ajuda a montadoras
20/11/2008 19:41 Petróleo fecha com menor preço em três anos e meio
20/11/2008 17:11 Mercado cambial negocia US$ 96 mi em dia de feriado
20/11/2008 16:09 Bolsa de NY sobe com possível socorro às montadoras
20/11/2008 15:58 Bolsas da Europa encerram o dia em forte baixa
20/11/2008 14:25 Petróleo cai abaixo de US$ 50 o barril em NY
20/11/2008 12:42 NY abre em baixa após dados fracos de emprego
20/11/2008 12:42 Dólar comercial é cotado a R$ 2,40
20/11/2008 10:25 Bolsas européias reduzem perdas após Suíça cortar juro
20/11/2008 08:57 Petróleo cede e se aproxima de US$ 50 por barril
20/11/2008 08:14 Europa cai com receio sobre bancos e economia
20/11/2008 07:41 Wall Street faz desabar Bolsas asiáticas
20/11/2008 06:20 Tóquio cai 6,9%, preocupada com montadoras dos EUA



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20/11/2008 20:22  Bolsa de NY cai forte à espera de ajuda a montadoras

O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, com informes contraditórios sobre um possível plano de ajuda à indústria automotiva. O índice S&P-500 chegou ao fim do dia no nível mais baixo desde 14 de abril de 1997. O Dow Jones fechou no nível mais baixo desde 12 de março de 2003. O Nasdaq já acumula agora queda de 50% neste ano. "Do ponto de vista técnico, estamos agora numa terra de ninguém", observou um operador. O dia foi marcado por grande volatilidade, com o índice VIX chegando ao fim da sessão no nível recorde de 80,9, com alta de 8,9%. Antes de hoje, a única vez que o VIX fechou acima de 80 havia sido em 27 de outubro.

O índice Dow Jones fechou em queda de 444,99 pontos, ou 5,56%, em 7.552,29 pontos. A mínima foi em 7.506,97 pontos e a máxima em 8.187,40 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 70,30 pontos, ou 5,07%, em 1.316,12 pontos, com mínima em 1.314,90 pontos e máxima em 1.414,43 pontos. O S&P-500 caiu 54,14 pontos, ou 6,71%, para fechar em 752,44 pontos, com mínima em 747,78 pontos e máxima em 820,52 pontos. O NYSE Composite caiu 360,77 pontos, ou 7,20%, para 4.651,22 pontos.

"O pessoal ficou espantado com a força do impulso de queda, e está imaginando o que poderá servir de catalisador para uma reversão. Como todo mundo nos EUA, os operadores estão perplexos", comentou Gordon Charlop, chefe de operações da Rosenblatt Securities no pregão da Bolsa de Nova York.

Montadoras

Referindo-se à expectativa de que o Congresso aprove um pacote de socorro para a indústria automotiva, Charlop disse que "as oscilações do mercado durante o dia indicaram claramente que os investidores estavam na esperança de que o governo faça alguma coisa, porque milhões de empregos estão em jogo, não só nas montadoras propriamente ditas, mas em empresas ligadas ao setor".

Ao longo do dia, circularam informes contraditórios sobre se o Congresso votaria um projeto de lei de ajuda às montadoras antes do recesso, que começa amanhã e vai até o começo de dezembro. Essa incerteza, somada aos sinais de recessão profunda e prolongada e aos temores sobre a saúde do setor financeiro, alimentaram o movimento de vendas.

Ações

Das 30 componentes do Dow, as únicas ações a subir foram as da General Motors (+3,23%), mas bem menos do que seu pico de alta no dia (+43%); também no setor automotivo, as ações da Ford avançaram 10,32%, apesar de a agência de classificação de risco Standard & Poor's ter rebaixado sua nota de crédito (rating) para CCC+, grau altamente especulativo. As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram: Citigroup perdeu 26,41%, apesar de um príncipe saudita ter anunciado que vai aumentar sua participação para 5%, com um investimento de US$ 300 milhões; JPMorgan Chase caiu 17,88%; e Bank of America cedeu 13,86%.

Também sofreram quedas fortes as ações de indústrias cujo desempenho depende do comportamento da economia, como Alcoa (-16,05%) e DuPont (-9,52%). As ações do setor de petróleo caíram em reação à nova queda dos preços do produto (ExxonMobil cedeu 6,69% e Chevron recuou 8,79%). As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 19:41  Petróleo fecha com menor preço em três anos e meio

Os contratos futuros de petróleo fecharam nos menores preços em três anos e meio com os investidores cada vez mais preocupados com os rumos da economia mundial, que também pressiona fortemente os mercados de ações. O vencimento hoje do contrato de dezembro contribuiu para deixar o mercado mais volátil, mas poucos esperam que os preços interrompam sua trajetória de queda.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), os contratos futuros de petróleo com entrega do produto em dezembro fecharam com queda de US$ 4,00, ou 7,46%, a US$ 49,62 por barril, fechamento mais baixo desde 23 de maio de 2005. O contrato de janeiro, que passa a ser o primeiro vencimento a partir de amanhã, fechou com queda de US$ 4,68, ou 8,65%, a US$ 49,42 o barril. No sistema eletrônico ICE Futures, em Londres, o contrato para janeiro fechou com queda de US$ 3,64 a US$ 48,08 por barril, fechamento mais baixo desde 20 de maio de 2005.

As cotações de petróleo acompanharam as ações, que também caíram forte na Europa e nos Estados Unidos diante de novos dados econômicos negativos. Os pedidos de auxílio-desemprego atingiram o maior nível em 16 anos nos EUA, enquanto na Europa montadoras anunciaram demissões. O mercado de petróleo continuará seguindo o de ações, disse Brad Samples, analista da Summit Energy.

E a retração econômica chegou aos mercados emergentes, cuja demanda foi em grande parte responsável pelo rali do petróleo para perto dos US$ 150 por barril. Analistas do Goldman Sachs disseram que na Ásia a demanda caiu a uma taxa "inesperada e sem precedentes". Se o consumo se estabilizar, os preços do petróleo podem oscilar em torno dos US$ 50 por barril na maior parte de 2009. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 17:11  Mercado cambial negocia US$ 96 mi em dia de feriado

Com a BM&F fechada em São Paulo e a interrupção das atividades também em outras praças que concentram os negócios com câmbio - Rio de Janeiro, Campinas e Santos - devido ao feriado da Consciência Negra, apenas US$ 96 milhões foram registrados hoje junto ao Banco Central. As transações foram fechadas no mercado interbancário e as cotações oscilaram entre a mínima de R$ 2,391 e a máxima de R$ 2,400. A variação sobre o fechamento de ontem oscilou de +0,25% a +0,63%.

A perspectiva de alguns dos profissionais que permaneceram de plantão nas mesas de operações de São Paulo é de que o mercado amanheça a sexta-feira de olho no exterior. O dia hoje foi volátil e negativo lá fora, mas informações de que um grupo de senadores norte-americanos fechou acordo preliminar sobre um pacote de socorro para as três grandes montadoras de Detroit aliviava os negócios no meio da tarde.

Por aqui, o destaque do dia foi o anúncio de que o Banco do Brasil fechou a compra da Nossa Caixa. A instituição federal pagará R$ 5,386 bilhões em dinheiro pela aquisição de 71,25% do capital social total da Nossa Caixa em poder do governo paulista. O pagamento será feito em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigidas pela Selic, taxa básica de juros. A avaliação dos operadores é de que a notícia não terá impacto direto no mercado de câmbio.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também chamou a atenção dos poucos que trabalharam hoje no mercado doméstico de câmbio ao anunciar que o governo repassará R$ 5 bilhões do Banco Mundial ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao custo de Libor (taxa interbancária londrina) mais 1%. Segundo ele, o dinheiro será utilizado especialmente para financiar as exportações. O ministro também disse que em breve será anunciada a liberação dos depósitos compulsórios que vai permitir uma capitalização de R$ 7,5 bilhões do BNDES.

Hoje o Banco Central não atuou no mercado de câmbio, mas retoma as intervenções amanhã. Serão ofertados até 10 mil contratos de swap cambial, o que equivale a cerca de US$ 500 milhões. Também haverá pesquisa de demanda para definir o restante da rolagem dos contratos de swap que vencem no dia 1º de dezembro.
























20/11/2008 16:09  Bolsa de NY sobe com possível socorro às montadoras

Os índices de ações norte-americanos subiram com a notícia de que um grupo bipartidário de senadores alcançou um acordo preliminar sobre um pacote de socorro para as três grandes montadoras de Detroit. O Dow Jones chegou a subir mais de 200 pontos, mas por volta das 16 horas (de Brasília) reduzia a alta para 15,77 pontos, ou 0,20%. O S&P-500 tinha queda de 0,21% e o Nasdaq subia 0,49%.

Em entrevista concedida hoje, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Montadoras (UAW, na sigla em inglês), Ron Gettelfinger, disse que "importantes senadores" tinham alcançado um acordo preliminar. O sindicato se transformou em base para o lobby das montadoras para assegurar mais US$ 25 bilhões em empréstimos para ajudar a General Motors e a Chrysler a financiar suas operações durante o próximo ano.

Por volta do horário citado, as ações da GM tinham alta expressiva de 25,81% e as da Ford subiam 20,63%. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 15:58  Bolsas da Europa encerram o dia em forte baixa

As principais bolsas européias tiveram mais um dia de baixas expressivas, acompanhando os novos sinais de que a economia mundial continuará enfraquecida nos próximos meses. Dados do governo dos EUA mostraram que o número de trabalhadores que pediram auxílio-desemprego alcançou o maior nível em 16 anos. Na Europa, companhias como a britânica Rolls Royce e a francesa Peugeot Citroën anunciaram cortes significativos de pessoal. São sinais de que a recessão ganha força pelo mundo. "Acreditamos que esta é a primeira recessão sincronizada nas economias desenvolvidas em mais de 50 anos e que deverá durar pelo menos até meados de 2009."

O banco central da Suíça surpreendeu ao cortar a taxa básica de juros em 100 pontos-base, mas a medida não afetou os mercados.

As corporações têm reagido à recessão econômica com redução de empregos. A Rolls-Royce anunciou cortes de 1.500 a 2.000 empregos em todo o mundo em 2009, ou 4% de sua força de trabalho, diante dos adiamentos nos programas de compra do setor de aviação.

A Peugeot Citroën anunciou planos para cortar 2.700 empregos e disse que as vendas na Europa devem cair ao menos 17% no quarto trimestre e mais 10% em 2009. "A crise financeira e industrial, que está afetando toda a economia, levou a uma violenta redução nas vendas na Europa". As ações da montadora recuaram 4,02% na Bolsa de Paris.

Na Suécia, a Sandvik, maior fabricante mundial de ferramentas de metais de corte, vai despedir 2.400 empregados, a maioria no país. A companhia aérea Air France-KLM anunciou planos de acelerar seus programas de corte de custos depois que o lucro do segundo trimestre fiscal caiu mais que o esperado. Suas ações recuaram 5,32% em Paris.

Em Londres, o grupo de comunicação Daily Mail & General Trust anunciou 100 milhões de libras em redução de custos para compensar o declínio da receita dos anúncios, que está reduzindo os lucros do jornal do grupo. As ações do Daily Mail recuaram 4,1%. Os grupos regionais têm sido duramente afetados pela queda na receita com anúncios. A DMGT's Northcliffe Media reportou queda de 28% nas vendas de anúncios em outubro e de 11% em doze meses encerrados em setembro.

Em Londres, o índice FTSE-100 caiu 130,69 pontos, ou 3,26%, a 3.874,99 pontos, abaixo da importante marca de 4.000 pontos. O setor de mineração puxou as baixas. Eurasian Natural Resources caiu 14,46%, Anglo American perdeu 7,30%, BHP Billiton recuou 8,68%, Rio Tinto cedeu 10,41% e Xstrata caiu 11,41%. No setor financeiro, Prudential recuou 16%.

Em Frankfurt, o DAX recuou 133,89 pontos, ou 3,08%, a 4220,20 pontos. As ações do Deutsche Bank recuaram 9,44% depois de o Financial Times sugerir que o banco estuda a demissão de 900 empregados. Hypo Real Estate caiu 16,54%, Commerzbank, 8,47% e Porsche, 5,62%.

Em Paris, o CAC-40 cedeu 107,47 pontos, ou 3,48%, a 2.980,42 pontos. Arcelormittal cedeu 10,70% e Credit Agricole recuou 7,16%.

Em Madri, o Ibex-35 teve baixa de 223,10 pontos, ou 2,72%, a 7.988,40 pontos. Santander cedeu 3,49%, Iberdrola, 5,77% e IBR Renovables, 8,26%.

Em Lisboa, o PSI-20 recuou 244,07 pontos, ou 3,89%, a 6.028,04 pontos. Galp perdeu 6,90% e Banco BCP fechou em baixa de 5,75%.

Em Milão, o índice S&P/MIB recuou 411 pontos, ou 2,10%, a 19.124 pontos. Petroleira ENI recuou 4,47%. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 14:25  Petróleo cai abaixo de US$ 50 o barril em NY

Os contratos futuros de petróleo tipo WTI, negociados em Nova York, caíram abaixo de US$ 50 por barril pela primeira vez em três anos e meio na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), puxados pelas mesmas preocupações com a recessão global que jogam para baixo os índices de ações na Europa e nos Estados Unidos hoje.

O contrato de petróleo WTI para dezembro recuou US$ 3,87, a US$ 49,75 por barril na mínima da sessão de hoje, no menor preço desde 25 de maio de 2005. Momentos depois, a cotação voltou para acima dos US$ 50 por barril e por volta das 14h20 (de Brasília) o contrato futuro com vencimento em dezembro estava cotado em US$ 51 por barril, com queda de 4,89%. Neste horário, o índice Dow Jones caía 0,51% e a Bolsa de Londres perdia 3,20%.

Analistas acreditavam que o contrato de dezembro teria suporte em US$ 49,90 por barril, a mínima de 2007, o que impediria uma queda livre em direção a US$ 40 por barril. Mas o vencimento do contrato de dezembro hoje faz com que a atenção dos investidores esteja praticamente toda voltada para os negócios com o contrato futuro de janeiro de 2009, onde o volume de negócios é quase sete vezes maior.

"Romper os US$ 49,90 é psicologicamente importante, mas você tem que dar um desconto porque ocorreu em um contrato que está vencendo", disse Peter Donovan, vice-presidente da Vantage Trading, em Nova York. "(O contrato de) Janeiro é um indicador muito melhor." No horário citado acima, este contrato era cotado a US$ 51,47 por barril, queda de 4,88%. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 12:42  NY abre em baixa após dados fracos de emprego

As Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje, dando continuidade às fortes perdas registradas ontem, quando os mercados norte-americanos fecharam em queda superior a 5%. As preocupações com a debilidade econômica e com a saúde financeira das empresas, principalmente as fabricantes de automóveis, persistem, e o dado semanal sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos divulgado esta manhã contribui para piorar o ambiente.

Às 12h38 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,02%, o Nasdaq 100 recuava 1,03% e o S&P 500 tinha baixa de 1,33%.

De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de pedidos de auxílio-desemprego subiu em 27 mil na semana encerrada no último sábado (dia 15), para um nível sazonalmente ajustado de 542 mil pedidos, o maior desde julho de 1992. A média quadrissemanal de pedidos, por sua vez, aumentou em 15.750, para 506,5 mil, o maior nível desde janeiro de 1983 e bem acima do patamar de 400 mil normalmente associado a recessões. Os índices futuros de Nova York acentuaram bastante suas perdas no pré-mercado, logo após a divulgação desses dados.

De modo geral, o mercado deve seguir bastante volátil hoje, com os investidores reagindo fortemente às notícias que aparecerem ao longo do dia. "Eu prefiro dizer alguma coisa sobre onde o mercado deve estar daqui a três anos do que arriscar a afirmar onde estará quatro horas após a abertura", disse o estrategista de investimentos Quincy Krosby, da The Hartford. "Esse mercado está à procura de direção, de alguma notícia positiva, de alguma clareza", disse ele.

Mas é improvável que alguma notícia positiva seja anunciada ao longo do dia. A agenda de indicadores econômicos traz também como destaques ainda hoje o índice de atividade industrial de Filadélfia referente a novembro e o de indicadores antecedentes do Conference Board de outubro.

Ações

Analistas afirmam também que as próximas 48 horas poderão ser voláteis também por causa da incerteza quanto à ajuda do governo dos EUA às montadoras General Motors (GM), Ford e Chrysler, da fraqueza do setor financeiro e dos vencimentos de opções amanhã. O líder da maioria no Senado norte-americano, o democrata Harry Reid, desistiu de submeter à votação um pacote de socorro à indústria automotiva, que enfrentou resistência por parte de alguns congressistas. No pré-mercado em Wall Street, as ações da GM despencaram 10%, mas as da Ford subiram 1,6%.

A companhia de energia solar Suntech Power Holdings cedia 22% também no pré-mercado. Embora tenha anunciado aumento de 5% de seu lucro líquido no terceiro trimestre deste ano, a empresa previu um desempenho bem pior do que o esperado pelos analistas para o quarto trimestre de 2008.

A seguradora de bônus Ambac, ao contrário, disparava 27%, em reação ao anúncio de que fechou um acordo sob o qual pagou US$ 1 bilhão em dinheiro para se livrar de obrigações de dívida com garantias de US$ 3,5 bilhões. Depois do fechamento do mercado, serão anunciados os balanços da Dell, Limited Brands e Gap. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 12:42  Dólar comercial é cotado a R$ 2,40

O dólar comercial é cotado a R$ 2,395 para compra e a R$ 2,40 para venda no mercado interbancário de câmbio esta manhã. Ontem, a moeda norte-americana fechou a R$ 2,385, em alta de 2,58%. Esta manhã, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 2,39 e a máxima de R$ 2,41 no mercado doméstico de câmbio.

Em razão do feriado do Dia da Consciência Negra na capital paulista, os negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) não funcionam hoje. Além de São Paulo, a cidade do Rio de Janeiro também comemora o feriado hoje e, com isso, a sessão do dia deve ter pouca liquidez e poucos negócios.

Mesmo assim, o dólar deve manter comportamento de alta nesta sessão, o que já vem sendo observado há três pregões seguidos. Porém, há equipes de plantão nas mesas das corretoras e bancos e a Ptax (taxa de câmbio de referência do Banco Central) de hoje servirá como base para a liquidação das operações de swap cambial feitas ontem.

No exterior, a aversão ao risco puniu com severidade as moedas asiáticas esta manhã, levando as autoridades monetárias da Coréia do Sul, Malásia, Indonésia, Cingapura e Índia a promoverem intervenções para defesa das respectivas moedas. "É parte da destruição em atacado da riqueza em todo o planeta", resumiu o estrategista do Société Générale, em Hong Kong, Patrick Bennett, para a agência Dow Jones.
























20/11/2008 10:25  Bolsas européias reduzem perdas após Suíça cortar juro

O Banco Nacional da Suíça (SNB, banco central do país), cortou a banda para a taxa Libor em três meses em 1 ponto porcentual, para 0,5% a 1,5%. A decisão, que representa, na prática, uma redução da taxa básica de juros da economia suíça para 1% ao ano, tem efeito imediato.

Como resultado do declínio dos preços de matérias-primas e do petróleo, a estabilidade de preços poderá ser restaurada mais rápido do que o esperado, e a inflação deverá cair para abaixo de 2% ainda antes do final deste ano, segundo o BC.

Além disso, as condições econômicas internacionais pioraram notadamente, provocando um risco maior de desacelaração acentuada da atividade econômica na Suíça no ano que vem, disse o SNB.

As bolsas européias reduziram suas perdas após a decisão. Às 10h20 (de Brasília), a Bolsa de Londres recuava 1,37%, a de Paris caía 1,93% e a de Frankfurt recuava 1,17%. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 08:57  Petróleo cede e se aproxima de US$ 50 por barril

Os preços dos contratos futuros de petróleo caem mais de 2% nesta manhã, à medida que os temores de recessão pesam nas bolsas européias e arrastam os mercados de petróleo para baixo, diante do receio de que a demanda mundial pela commodity deve diminuir. Mais cedo, o petróleo Brent na plataforma ICE caiu ao menor nível em três anos e meio, a US$ 50,33 o barril, enquanto o petróleo leve (tipo WTI) no pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) se mantém nos menores preços em 22 meses.

Às 8h48 (de Brasília), o contrato de petróleo WTI para dezembro - que vence hoje - caía 2,65%, a US$ 52,20 por barril. Na plataforma ICE, o petróleo Brent perdia 1,99%, a US$ 50,70 o barril.

As preocupações com o consumo foram acentuadas ontem com a divulgação do relatório semanal de estoques nos EUA, que mostrou declínio na demanda por gasolina. As informações são da Dow Jones.
























20/11/2008 08:14  Europa cai com receio sobre bancos e economia

A manhã começa de forma negativa nas bolsas européias, em uma nova rodada de vendas de ações motivada pelas preocupações de que o sistema financeiro ainda está sofrendo, com um pano de fundo de severa desaceleração econômica global que deve derrubar os lucros de empresas de outros setores. Além dos bancos, as montadoras estão no foco dos mercados, especialmente nos EUA, onde o pacote de socorro à indústria automotiva foi retirado da pauta do Senado.

"O sentimento está rapidamente se deteriorando, com a onda de vendas estendendo sua rota global nas ações, à medida que os dados econômicos continuam sinalizando que as condições de recessão não devem diminuir tão cedo", afirmou um operador de Londres.

Às 8h10 (de Brasília), a Bolsa de Londres perdia 2,21%, a Bolsa de Paris caía 3,44% e Frankfurt recuava 3,24%. O índice futuro Nasdaq 100 cedia 2,04%, enquanto o S&P 500 deslizava 1,66%. Nos demais mercados, o euro ganhava 0,30% para US$ 1,2525. O dólar subia 0,22% a 95,39 ienes. O petróleo leve para dezembro recuava 2,78%, a US$ 52,13 por barril, na Nymex eletrônica. Na Comex, o cobre caía 2,09%, a US$ 1,5680 a libra peso.

Entre os destaques de queda nas bolsas européias, os papéis de bancos, mineradoras, petrolíferas e empresas químicas arrastavam os índices para baixo.

Os papéis do UBS e do ING despencavam mais de 6%, depois que o plano do Citigroup de comprar ativos de fundos de investimento problemáticos alimentaram especulações de mais perdas nos bancos. Deutsche Bank caía 6,4%, em reação a notícia no Financial Times de que o banco alemão poderá cortar 900 empregos em mercado e reduzir sua presença em produtos estruturados.

Na contramão dos demais bancos, BNP Paribas ganhava 1,2% com a afirmação de que não está considerando um novo aumento de capital e de que seus níveis de solvência são satisfatórios.

Os papéis da Basf recuavam 4,4%. A maior empresa de químicos do mundo teve sua recomendação reduzida de "manter" para "venda" pelo Citigroup, por causa de temores sobre o pagamento de dividendos. Ontem, a Basf anunciou que fecharia quase um quarto de sua produção fora de gás e petróleo.

As ações da Air France-KLM caíam 7,5%, depois que a companhia anunciou que seu lucro operacional caiu 44% no segundo trimestre fiscal, para 405 milhões de euros.

Rolls-Royce caía 5,1% com o anúncio de que irá cortar entre 1.500 e 2.000 empregos em 2009, devido à desaceleração econômica e atrasos em programas individuais como os aviões Airbus A380 e Boeing 787. As informações são da Dow Jones e de agências internacionais.
























20/11/2008 07:41  Wall Street faz desabar Bolsas asiáticas

A maioria dos mercados da Ásia acompanhou a tendência de Wall Street e fechou em forte queda. A exceção foi a China, que se descolou um pouco das notícias vindas dos Estados Unidos e teve uma baixa menos acentuada por conta da influência de fatores internos. Na Bolsa de Hong Kong, a forte queda foi liderada pelos papéis de HSBC. O índice Hang Seng perdeu 517,24 pontos, ou 4%, e fechou aos 12.298,56 pontos. HSBC caiu 4,6% com a perspectiva de pioras no cenário econômico dos Estados Unidos e Europa.

A queda nas ações de companhias ferroviárias e de seguradoras, por conta da realização de lucros, teve peso maior que a alta nos setores eletrônico e têxtil. Este movimento levou as Bolsas da China a fechar em baixa, mas não tão acentuada quanto a registrada em Wall Street. O índice Xangai Composto recuou 1,7% e encerrou aos 1.983,76 pontos. Já o Shenzhen Composto perdeu 0,1% e fechou aos 556,73 pontos. Yuan - A valorização do dólar sobre o euro e a demanda dos importadores pela unidade norte-americana fizeram a moeda chinesa se desvalorizar no final do pregão. No mercado de balcão, às 4h30 (de Brasília), a cotação do dólar era de 6,8338 yuans, de 6,8285 yuans do fechamento de quarta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou no menor nível em mais de seis anos, influenciada ainda pela proibição de vendas a descoberto. O índice Taiwan Weighted caiu 4,5% e encerrou aos 4.089,93 pontos. A Bolsa de Seul, na Coréia do Sul, ampliou suas perdas pelo oitavo dia consecutivo. O índice Kospi cedeu 6,7% e fechou aos 948,69 pontos. Na Austrália, a Bolsa de Sydney fechou no nível mais baixo desde o começo de 2004. O índice S&P/ASX 200 perdeu 4,2%, para encerrar aos 3.352,9 pontos. O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, recuou para o menor nível desde 29 de outubro. O índice declinou 3,5% e fechou aos 1.842,33 pontos.

O índice Strait Times da Bolsa de Cingapura perdeu 3,2% e fechou aos 1.612,03 pontos. Na Tailândia, às 7h15 (de Brasília), o índice SET da Bolsa de Bangcoc cedia 3,9%, aos 392,60 pontos. Na Indonésia, o índice composto da Bolsa de Jacarta recuou 2,2% e fechou aos 1.154,97 pontos, afetado pela continuada desvalorização da moeda pela recessão econômica global. O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur cedeu 1,4% e fechou aos 865,32 pontos. Afetaram o mercado malaio o declínio em Wall Street e o desempenho fraco dos demais mercados asiáticos. As informações são da Dow Jones
























20/11/2008 06:20  Tóquio cai 6,9%, preocupada com montadoras dos EUA

A Bolsa de Tóquio fechou em forte queda, seguindo a baixa de ontem das bolsas de Nova York e afetada pela falta de compradores, com perdas particularmente elevadas em ações do setor financeiro, seguradoras e empresas ligadas ao setor imobiliário. O índice Nikkei 225 despencou 570,18 pontos, ou 6,9%, e fechou aos 7.703,04 pontos. As informações são da Dow Jones























   
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