30/07/2010 10:00 Dólar comercial abre em baixa de 0,11%, a R$ 1,759 O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,11%, negociado a R$ 1,759 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,51%, cotada a R$ 1,761. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em queda de 0,84%, a R$ 1,7462. "O clima mais defensivo dos mercados internacionais deve impor um viés de alta também para o dólar na abertura do câmbio doméstico. Logo em seguida, o real e os demais ativos domésticos vão repercutir, junto com os mercados internacionais, o PIB dos EUA". Assim resumiu as perspectivas para a abertura dos negócios de hoje a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares. Divulgado há pouco, nesta manhã, o dado da atividade econômica dos Estados Unidos mostrou alta de 2,4% no segundo trimestre, ante previsão de alta de 2,5%. Profissionais do mercado lembram, no entanto, que hoje também é dia da formação da ptax - a taxa de câmbio calculada pelo Banco Central (BC) e que será usada para a liquidação dos contratos futuros de agosto na segunda-feira. Segundo eles, "isso pode distorcer" a trajetória esperada para as cotações no decorrer do pregão. A perspectiva de um experiente operador de câmbio é de que haja uma pressão forte para a queda das cotações da moeda norte-americana, visto que os investidores estrangeiros chegam ao fim do mês sustentando posição vendida no mercado futuro de dólar.
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30/07/2010 07:06 Ásia: bolsas fecham em baixa com realizações de lucros As realizações de lucros determinaram a queda de quase todos os índices acionários da Ásia nesta sexta-feira. Na Bolsa de Hong Kong, porém, a produtora de alumina e alumínio Chalco contrariou a tendência do mercado graças à notícia de que está diversificando seus negócios por meio da compra de uma participação numa joint venture em minério de ferro. O índice Hang Seng cedeu 0,3% e fechou aos 21.029,81 pontos. Na China, as bolsas fecharam em queda por causa das preocupações com a liquidez do mercado, provocadas pela iminente listagem das ações do Everbright Bank e dos planos de levantamento de fundos por parte de outros bancos do país. O índice Xangai Composto, que mede o desempenho das ações A e B, teve queda de 0,4% e fechou aos 2.637,50 pontos. O índice Shenzhen Composto recuou 0,1% e terminou aos 1.075,44 pontos. O yuan acompanhou o euro e se valorizou diante do dólar, puxado também pela demanda dos exportadores pela moeda local, num movimento típico de final de mês. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,7750 yuans, de 6,7761 yuans do fechamento de ontem. O Banco do Povo da China (banco central) fixou a paridade central em 6,7750 yuans por dólar, abaixo do 6,7787 yuans por dólar da quinta-feira. A Bolsa de Taipé, em Taiwan, encerrou o dia em baixa, eliminando a maior parte dos ganhos da semana. O índice Taiwan Weighted caiu 0,5% e fechou aos 7.760,63 pontos. Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul também fechou em baixa, com os investidores domésticos vendendo ações de siderúrgicas diante das preocupações de que as companhias do setor tenham que cortar os preços de seus produtos. Também influenciou a realização de lucros nas ações da líder de mercado Samsung Electronics. O índice Kospi caiu 0,7% e terminou aos 1.759,33 pontos. A Bolsa de Sydney, na Austrália, fechou em baixa pelo segundo dia consecutivo, com os resultados fracos das bolsas do Ocidente gerando uma realização menor de lucros. O índice S&P/ASX 200 caiu 0,7% e encerrou aos 4.493,5 pontos. Nas Filipinas, a Bolsa de Manila fechou o dia praticamente estável. O índice PSE caiu apenas 0,1% e fechou aos 3.426.95 pontos. A Bolsa de Cingapura teve baixa depois de realizações de lucros após três sessões seguidas de ganhos e com a DBS Holdings Ltd., maior banco do sul da Ásia por ativo ter divulgados perdas no segundo trimestre. O índice Straits Times caiu 0,3% e fechou aos 2.987,70 pontos. O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, cedeu 0,9% e fechou aos 3.069,28 pontos, com o fraco desempenho nos demais mercados asiáticos levando o investidor a realizar lucros em papeis de bancos e de empresas de produtos de consumo após recentes ganhos. O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,2% e fechou aos 855,83 pontos, com papeis de telecomunicações em alta depois que o plano para o leilão de licenças de 3G foi publicado no jornal "Royal Gazette", embora os bancos tenha enfraquecido devido a realizações de lucros. O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,2% e fechou aos 1.360,92 pontos (sexta alta consecutiva), atuando em estreita margem na maior parte do dia, disseram dealers. As informações são da Dow Jones
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30/07/2010 06:15 Bolsa de Tóquio recua 1,6% com alta do dólar A Bolsa de Tóquio fechou em queda depois que o dólar recuou para uma mínima de oito meses diante do iene, anulando o efeito positivo provocado pelos bons resultados da Sony, da Panasonic e de outras companhias famosas. O índice Nikkei 225 perdeu 158,72 pontos, ou 1,6%, e fechou aos 9.537,30 pontos. O índice acumulou alta de 1,1% na semana e fechou o mês com um ganho de 1,6%. No ano, porém, o Nikkei exibe queda de 9,6%. O mercado já abriu em baixa, sob influência das bolsas estrangeiras e da crescente preocupação com a saúde da economia dos EUA, em antecipação ao anúncio dos dados do PIB norte-americano no segundo trimestre, que saem nesta sexta-feira, e do mercado de trabalho em julho, previstos para a próxima semana. "O fluxo contínuo de balanços robustos está sendo contrabalançado pelo temor de que a recuperação econômica dos EUA esteja se aplainando", descreveu o presidente da Investrust, Hiroyuki Fukunaga. "Até que o iene pare de subir, será muito difícil projetar a perspectiva para as empresas japonesas", acrescentou Hideki Horikawa, analista da Himawari Securities. As informações são da Dow Jones
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