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12/03/2010 19:50 NY fecha quase estável com indicadores desiguais
12/03/2010 18:48 Bovespa terá novo horário de pregão a partir de 2ª feira
12/03/2010 18:39 Petróleo cai a US$ 81,24 com sinais divergentes dos EUA
12/03/2010 18:30 Ibovespa recua 0,78%, na contramão do Dow Jones
12/03/2010 17:08 Dólar cai para R$ 1,762, menor taxa desde 13 de janeiro
12/03/2010 16:15 Bolsas europeias fecham em alta com setor industrial
12/03/2010 13:39 Estrangeiros aplicam R$ 118,4 mi na Bovespa no dia 10
12/03/2010 11:58 Petróleo sobe a US$ 82,55 por barril em NY
12/03/2010 11:39 Bolsas de NY abrem em alta puxadas por varejo
12/03/2010 11:22 Bovespa abre em alta antes de vencimento de opções
12/03/2010 10:18 Dólar comercial abre em queda de 0,56%, a R$ 1,76
12/03/2010 07:23 Bolsas asiáticas apresentam declínio; Xangai cai 1,2%
12/03/2010 07:02 Tóquio sobe 0,8% com expectativa por medidas do BOJ



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12/03/2010 19:50  NY fecha quase estável com indicadores desiguais

Os principais índices de ações do mercado americano fecharam perto da estabilidade, depois da deterioração na leitura de sentimento do consumidor ter esfriado o otimismo gerado pelo surpreendente aumento nas vendas no varejo em fevereiro.

O Departamento do Comércio informou que as vendas no varejo cresceram 0,3% no mês passado, contrariando as expectativas de declínio de 0,3% dos analistas. O dado beneficiou as companhias mais sensíveis ao ciclo econômico, em especial do setor industrial. Por outro lado, as financeiras devolveram parte dos ganhos obtidos no início da semana.

O índice Dow Jones subiu 12,85 pontos (0,12%) e fechou com 10.624,69 pontos - seu melhor nível desde 19 de janeiro. Na semana, o Dow Jones acumulou um ganho de 0,55%.

O Nasdaq caiu 0,80 ponto (-0,03%) e fechou com 2.367,66 pontos, com um ganho de 1,78% na semana. O S&P-500 cedeu 0,25 ponto (-0,02%) e fechou com 1.149,99 pontos, logo abaixo da importante marca dos 1.150 pontos. Na semana, o S&P-500 registrou uma valorização de 0,99%.

A General Electric registrou o melhor desempenho entre as componentes do Dow Jones, com uma alta de 3,40%. Na semana, GE acumulou um ganho de 4,2%. A Caterpillar avançou 2,48%. Ambas foram beneficiadas pelo dado positivo de vendas no varejo, que sinalizou uma continuidade da recuperação econômica.

Na outra ponta, Bank of America caiu 1,58% com muitas ações financeiras devolvendo parte dos ganhos registrados nos dias anteriores. Mas mesmo com as perdas desta sexta-feira o BofA encerrou a semana com um ganho de 0,9%.

As ações perderam fôlego depois que a Universidade de Michigan informou que seu índice de sentimento do consumidor ficou abaixo das expectativas, caindo para 72,5 em março, de 73,6 em fevereiro. As informações são da Dow Jones.
























12/03/2010 18:48  Bovespa terá novo horário de pregão a partir de 2ª feira

Em razão do início do Horário de Verão nos Estados Unidos, a BM&FBovespa terá, a partir de segunda-feira (dia 15), novos horários de negociação para os mercados de renda variável e derivativos. No segmento Bovespa, o pregão regular funcionará em sessão contínua das 10h às 17h, com o after market das 17h30 às 19h.

No segmento BM&F, os novos horários de negociação estão disponíveis no site da Bolsa na internet: www.bmfbovespa.com.br (Regulação - Derivativos - Normas de Negociação - Horário de Negociação).
























12/03/2010 18:39  Petróleo cai a US$ 81,24 com sinais divergentes dos EUA

Os preços futuros do petróleo caíram nesta sexta-feira, quando sinais conflitantes sobre a recuperação econômica dos Estados Unidos minaram a mais recente tentativa do mercado em buscar uma nova máxima para 2010. O petróleo leve, no contrato com vencimento em abril, recuou US$ 0,87 (1,1%) fechando a US$ 81,24 o barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Considerando as transações eletrônicas, a máxima foi de US$ 83,16 e a mínima foi de US$ 80,57 no dia. O petróleo Brent, negociado no mercado eletrônico ICE, cedeu US$ 0,89 (1,1%) e fechou a US$ 79,39 o barril. A máxima foi de US$ 81,29 e a mínima foi de US$ 78,70.

Os futuros subiram para uma nova máxima de dois meses, de US$ 83,16 o barril, num certo momento da sessão, em seguida aos dados do Departamento do Comércio dos EUA que mostraram um incremento inesperado nas vendas do varejo em fevereiro, mas o apoio ruiu quando outros indicadores pintaram um cenário menos brilhante para a economia. A confiança do consumidor norte-americano caiu em março, de acordo com o índice liberado pela Universidade do Michigan/Reuters, enquanto o Departamento do Comércio reportou estoques estáveis das empresas em janeiro, o que normalmente é um sinal de vendas fracas.

Os EUA são a principal fonte mundial da demanda por petróleo e o ritmo incerto da recuperação tornou difícil a sustentação dos movimentos de alta do barril nos últimos seis meses. Os futuros marcaram máximas semanais quase todos os dias durante as duas últimas semanas, mas as tentativas de se aproximar do nível de US$ 85 sofreram a mesma crise de confiança observada nesta sexta-feira.

A perspectiva para a demanda do petróleo parece melhor no exterior, com a Agência Internacional de Energia (AIE) se referindo em seu relatório mensal de mercado a um "surpreendente" crescimento na China, o segundo maior consumidor mundial de petróleo depois dos EUA. Mas a China tem regularmente excedido as projeções e um forte crescimento fora do mundo em desenvolvimento já foi há muito tempo precificado no petróleo. As informações são da Dow Jones.
























12/03/2010 18:30  Ibovespa recua 0,78%, na contramão do Dow Jones

Depois de abrir o pregão em alta, com movimento forte ainda por causa do vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, o índice Bovespa virou na hora do almoço, acompanhando as Bolsas norte-americanas, e assim permaneceu até o final da sessão. O volume financeiro, que prometia ser robusto no início do dia, também perdeu o fôlego e terminou mais comedido do que o que se esperava inicialmente. O dado mais fraco do sentimento ao consumidor da Universidade de Michigan nos EUA acabou anulando o bom resultado das vendas no varejo norte-americano e as ações, nas Bolsas de Nova York, trabalharam sem rumo. Aqui, os investidores também aproveitaram para fazer uma realização de lucros, devolvendo parte dos ganhos acumulados no mês.

O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,78%, aos 69.341,38 pontos, na mínima do dia. Na máxima, atingiu 70.486 pontos (+0,86%). No mês, a Bolsa acumula ganhos de 4,27% e, no ano, de 1,10%. Na semana, o índice subiu 0,72%. O giro financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,822 bilhões. Os dados são preliminares.

Embora o vencimento de opções sobre ações aconteça apenas na próxima segunda-feira, os investidores continuaram hoje a fazer ajustes nas suas posições para o exercício. Com esse pano de fundo - que serve principalmente a Petrobras e Vale -, houve espaço para uma reação da Bolsa aos indicadores norte-americanos.

O primeiro deles, de vendas no varejo, surpreendeu positivamente e levou os índices de ações para cima, mas, depois, o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan desagradou e fez os investidores tomarem o sentido contrário. Aqui, a queda se manteve no restante do dia porque foi acompanhada de um movimento de realização de lucros bastante espalhado.

Nos Estados Unidos, os índices também viraram para baixo, mas não se mantiveram nessa trilha o resto do dia: ficaram no sobe-e-desce, ao redor da estabilidade, até o fim. O Dow Jones encerrou em alta de 0,12%, aos 10.624,69 pontos, o S&P acabou em baixa de 0,02%, aos 1.149,99 pontos, e o Nasdaq terminou com queda de 0,03%, aos 2.367,66 pontos. As vendas no varejo registraram inesperada alta em fevereiro nos Estados Unidos, de 0,3%, ante previsão dos economistas de queda de 0,3%. Já o índice de sentimento do consumidor dos EUA caiu de 73,6 em fevereiro para 72,5 em março. A previsão de analistas era de alta para 73,8.

Vale terminou em baixa, mas Petrobras subiu. Hoje, a agência Dow Jones informou que as mineradoras, entre elas a Vale, teriam suspendido as negociações sobre preço do minério com a China. Vale ON recuou 0,57% e Vale PNA, 0,58%. Petrobras ON encerrou em alta de 0,46% e a PN, de 0,03%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro de petróleo com vencimento em abril recuou 1,06%, a US$ 81,24 o barril.
























12/03/2010 17:08  Dólar cai para R$ 1,762, menor taxa desde 13 de janeiro

O dólar encerra a semana enfraquecido ante o real, depois de quatro quedas em cinco dias. Pesaram nesta sexta-feira o giro fraco internamente, em um dia sem noticiário que afetasse o segmento de câmbio, e o recuo da moeda americana ante outras divisas, como o euro e a libra.

Ao final do pregão de hoje, o dólar à vista negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) fechou em queda de 0,42%, a R$ 1,762. No mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial caiu 0,45% para R$ 1,762. No mês, acumula baixa de 2,44% e no ano, alta de 1,09%. É a menor cotação do dólar desde 13 de janeiro deste ano.

O euro comercial subiu 0,17% no dia e fechou a R$ 2,424. Em março, acumula baixa de 1,42% e no ano, queda de 3%.

Nos Estados Unidos, enquanto as vendas no varejo em fevereiro surpreenderam mesmo em meio às nevascas que o país enfrentou (ao subir 0,3% quando a estimativa era de queda de 0,3%), o sentimento do consumidor medido pela Universidade de Michigan ficou abaixo do esperado, em 72,5 em março, enquanto se esperava 73,8.

Além disso, os EUA tiveram outro fator hoje contra sua própria moeda: a notícia de que o presidente dos EUA, Barack Obama, planeja nomear Janet Yellen para o cargo de vice-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), segundo uma fonte próxima do assunto. Yellen, presidente do Fed de São Francisco desde 2004, é considerada uma das mais moderadas entre os 12 presidentes regionais do Fed, forte defensora das políticas de Ben Bernanke para combater a crise econômica, como a taxa de juro perto de zero. Por isso, a avaliação do mercado é de que a política monetária dos EUA permaneça frouxa por mais algum tempo.

Já na Europa, a produção industrial da zona do euro surpreendeu ao subir 1,7% em janeiro, na comparação com dezembro, maior aumento mensal registrado desde o início da série, em 1990. O resultado foi impulsionado pela produção de energia e superou o consenso das estimativas do mercado, que era de aumento de 0,7%.

No Brasil, o Banco Central realizou seu rotineiro leilão para compra de dólares nos minutos finais do pregão e fixou a taxa de corte das propostas em R$ 1,7632.

No segmento de câmbio turismo, o dólar subiu 0,22% para R$ 1,857 (venda) e R$ 1,717 (compra), em média. O euro turismo avançou 1,07% para R$ 2,54 (venda) e R$ 2,30 (compra).
























12/03/2010 16:15  Bolsas europeias fecham em alta com setor industrial

As bolsas europeias encerraram uma semana agitada com ganhos, após dados melhores que os esperados da produção industrial da zona do euro (grupo dos 16 países que adotam o euro como moeda) e do crescimento nas vendas varejistas norte-americanas terem apoiado o sentimento do investidor. Entre os principais índices das Bolsas europeias, o DAX da Bolsa de Frankfurt subiu 0,28% para 5.945,11 pontos, enquanto o FTSE da Bolsa de Londres avançou 0,15% para 5.625,65 pontos. O índice CAC-40 da Bolsa de Paris teve uma leve queda de 0,04% e fechou a 3.927,40 pontos. O índice IBEX35 da Bolsa de Madri teve alta de 0,29% para 11.077,00 pontos.

Na semana, o índice FTSE da Bolsa de Londres teve alta de 0,46%, enquanto o índice DAX da Bolsa de Frankfurt avançou 1,15%. O índice CAC-40 da Bolsa de Paris teve alta de 0,43% na semana, enquanto o IBEX35 da Bolsa de Madri subiu 0,52%. As preocupações pareceram se dissipar nesta sexta-feira, após dados mostrarem que a produção industrial das 16 nações da zona do euro subiu 1,7% em janeiro, e que as vendas varejistas norte-americanas tiveram alta de 0,3% em fevereiro.

Os bancos fecharam em alta na Europa, com as ações da Société Générale avançando 0,64% e do Commerzbank em alta de 2,85%. Após a divulgação do dado da produção industrial da zona do euro, a moeda europeia subiu, o que deu impulso para os futuros de commodities e ações das mineradoras. Em Londres, as ações da mineradora de cobre Vedanta Resources subiram 2,27%, enquanto os papéis da Anglo American avançaram 1,10%. No setor automotivo, as ações preferenciais da Volkswagen tiveram alta de 1,91%.

As ações da empresa de aviação comercial da Escandinávia, a SAS, saltaram 5,2%, após a companhia ter chegado a um acordo com sindicatos que representam pilotos e tripulações, através do qual serão economizadas 500 milhões de coroas suecas (US$ 70,4 milhões). Mas a British Airways, cujas ações subiram 2,21%, não conseguiu chegar a um acordo com um dos seus sindicatos, que representa pilotos e tripulações. O sindicato disse que ocorrerão duas greves em março. As informações são da Dow Jones.
























12/03/2010 13:39  Estrangeiros aplicam R$ 118,4 mi na Bovespa no dia 10

Os investidores estrangeiros foram responsáveis pela entrada de R$ 118,464 milhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na última quarta-feira, dia 10. Naquele pregão, o índice Bovespa (Ibovespa) fechou em alta de 0,58%, aos 69.979,28 pontos, com giro de R$ 8,174 bilhões.

No mês, o saldo de investimento estrangeiro na Bolsa está positivo em R$ 1,616 bilhão, resultado de compras de R$ 15,227 bilhões e vendas de R$ 13,610 bilhões. No acumulado do ano, há um déficit de recursos externos na Bovespa no valor de R$ 1,737 bilhão.
























12/03/2010 11:58  Petróleo sobe a US$ 82,55 por barril em NY

Os contratos futuros de petróleo atingiram hoje a cotação máxima dos últimos dois meses, após o anúncio de que as vendas no varejo dos EUA subiram em fevereiro. O resultado é um sinal de que a recuperação econômica continua ganhando velocidade.

Às 11h45 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo com vencimento em abril, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), subia 0,54%, para US$ 82,55 por barril. Já o petróleo tipo Brent negociado na plataforma ICE de Londres avançava 0,56%, para US$ 80,73 por barril.

Os preços acentuaram os ganhos apresentados mais cedo, depois que o Departamento do Comércio dos EUA informou que as vendas no varejo subiram 0,3% em fevereiro. Economistas esperavam queda de 0,3%. O petróleo vinha tendo dificuldades para operar acima de US$ 80 por barril antes desta semana.

Agora, a situação se inverteu e as tentativas de levar os preços novamente para abaixo de US$ 80 por barril encontraram resistência no mercado. A commodity chegou a atingir US$ 83,16 por barril na Nymex eletrônica, após o dado de varejo dos EUA.

"Ontem o mercado tentou recuar, mas não foi a lugar algum. Parece inevitável que o mercado queira testar as (cotações) máximas deste ano", observou Gene McGillian, analista do Tradition Energy em Stamford, nos EUA. As informações são da Dow Jones.
























12/03/2010 11:39  Bolsas de NY abrem em alta puxadas por varejo

As Bolsas de Nova York abriram o dia em alta, puxadas pela divulgação do aumento de 0,3% das vendas no varejo em fevereiro, nos Estados Unidos. O resultado foi melhor que o esperado pelos analistas. Às 11h32 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,25%, o Nasdaq avançava 0,17% e o S&P 500 registrava alta de 0,22%

Segundo informou hoje o Departamento de Estado, excluindo o setor automotivo, todas as demais vendas no varejo aumentaram 0,8% no mês passado. O salto foi impulsionado pelo aumento das vendas das lojas de eletrônicos, apesar das tempestades de neve que assolaram a Costa Leste do país.

Outro assunto comentado hoje pelo mercado é o plano do presidente dos EUA, Barack Obama, de nomear Janet Yellen para o cargo de vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central do país). Ela substituirá Donald Kohn, cujo mandato expira em junho. Yellen, atual presidente do Fed de São Francisco, é forte defensora da política de juros baixos e de expansão monetária promovida pelo Fed para combater a crise.

Entre as empresas, no setor de fertilizantes a norueguesa Yara International formalmente desistiu da disputa pela Terra Industries que, por sua vez, aceitará uma oferta feita pela CF Industries Holding. Já a Potash Corp. Of Saskatchewan elevou sua previsão de lucro, em meio à forte recuperação da demanda. As informações são da Dow Jones.
























12/03/2010 11:22  Bovespa abre em alta antes de vencimento de opções

O desempenho positivo das vendas no varejo nos Estados Unidos, em fevereiro, trouxe ânimo para a abertura da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Às 11h19, o índice Bovespa (Ibovespa) subia 0,67%, para 70.350 pontos.

No entanto, o dia tende a ser de muita volatilidade, por conta da disputa que envolve o vencimento de opções sobre ações na segunda-feira, tendo como protagonistas Vale e Petrobras. Além disso, hoje ainda serão divulgados dois indicadores econômicos nos EUA: o de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan e o de estoques das empresas. O mercado brasileiro tem ainda diversos balanços de empresas a serem assimilados.

A opção é um contrato que confere ao portador o direito de compra ou venda de um ativo a um preço predeterminado. O vencimento de opções é a data de validade desses contratos. A partir do dia seguinte, o detentor da opção não pode mais exercê-la. Por isso, no dia de vencimento das opções e nos dias imediatamente anteriores, o movimento da Bolsa pode sofrer distorções, com os investidores atuando de forma tal que os preços das ações se aproximem daqueles valores que mais os favorecem quando a opção for exercida.

As ações de Petrobras e Vale têm reagido de forma distinta nos últimos dias. A Petrobras vem ganhando espaço, favorecida pela volta do fluxo estrangeiro e pela expectativa favorável em relação à tramitação dos projetos do pré-sal no Congresso. Hoje, a companhia tem a seu favor a valorização do preço do petróleo, que está próximo de US$ 83 por barril na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Já as ações da Vale têm sido preteridas pelos investidores. Entre os motivos está o temor de aumento de juros na China, para conter a inflação e o aquecimento da atividade, e as especulações sobre as negociações do reajuste do minério de ferro.

As mineradoras Vale, BHP Billiton e Rio Tinto teriam suspendido as negociações sobre preço do minério com a China, disse um executivo do setor de siderurgia. Segundo ele, a Vale teria insistido em um aumento de 90% do preço contratual de referência para este ano, em notificação verbal para os negociadores chineses. As mineradoras tentam levar o preço de referência do minério este ano para mais perto da cotação à vista, hoje de US$ 138 a tonelada, o dobro do nível de referência do ano passado.

Na opinião do economista-chefe da Legan Asset Management, Fausto Gouveia, o abandono das negociações pela Vale não deve ser visto como uma má notícia. "É, na verdade, uma demonstração de força da mineradora", diz, destacando que, com a economia aquecida, a China vai precisar de minério de ferro.

Da mesma forma que os chineses abandonaram no ano passado as negociações por avaliarem que o reajuste pedido pela Vale era elevado, no momento em que a economia global estava enfraquecida, agora é a Vale que usa essa mesma estratégia, lembra o economista.

Do lado corporativo, destaque para os balanços da Gol, que saiu de prejuízo para lucro de R$ 397,8 milhões no quarto trimestre de 2009. Em igual período de 2008, a companhia aérea teve prejuízo de R$ 541,6 milhões.

Já a OGX Petróleo registrou lucro líquido consolidado de R$ 10,829 milhões em 2009, uma queda de 97% em relação a 2008. Segundo a empresa, o principal motivo da redução do lucro do exercício de 2009 foi o aumento das despesas financeiras, de R$ 37,1 milhões em 2008 para R$ 608,4 milhões em 2009.

A Lojas Americanas teve crescimento consolidado nas vendas no conceito mesmas lojas (unidades com mais de um ano de funcionamento) de 17% no quarto trimestre de 2009, ante o mesmo período de 2008. Em 2009, as vendas em mesmas lojas avançaram 11% na comparação com o ano anterior. Já a AES Eletropaulo lucrou R$ 525,6 milhões no quarto trimestre de 2009, uma queda de 1,1% em relação aos R$ 531,3 milhões de igual período de 2008. No acumulado de 2009, o lucro foi de R$ 1,063 bilhão, alta de 3,5% ante 2008.
























12/03/2010 10:18  Dólar comercial abre em queda de 0,56%, a R$ 1,76

O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,56%, negociado a R$ 1,76 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,06%, cotada a R$ 1,77. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em queda de 0,54%, a R$ 1,76.

O resultado recorde da produção industrial nos 16 países que utilizam o euro impulsiona a valorização do dólar e, indiretamente, beneficia as moedas de maior risco, como o real. Este fator soma-se à expectativa de que o fluxo cambial para o Brasil continue positivo.

A falta de notícias de destaque na agenda interna de hoje deixa os investidores de olho no cenário internacional e no fluxo de recursos. Ontem, depois de dois dias de abundância de recursos estrangeiros, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia com transações pouco superiores a R$ 5 bilhões. Ainda assim, é possível que a compra e a venda de ações mexam com a cotação do dólar, já que a movimentação recente foi alta.

No exterior, a Europa começou o dia com informações favoráveis. A produção industrial da zona do euro subiu 1,7% em janeiro ante dezembro, no mais forte aumento mensal desde o início da série, em 1990. Em comparação com janeiro do ano passado, a produção cresceu 1,4%, numa importante mudança em relação a dezembro, que apontou queda de 4,1%.

Resta saber se os indicadores norte-americanos vão colaborar com o ambiente positivo que prevalece no exterior. Serão divulgados hoje dados importantes de vendas no varejo, sentimento do consumidor e estoques das empresas.
























12/03/2010 07:23  Bolsas asiáticas apresentam declínio; Xangai cai 1,2%

A maioria dos mercados da Ásia encerrou no campo negativo. As expectativas da adoção de medidas de aperto monetário por parte da China, após a alta acima das expectativas da inflação de fevereiro, dominaram o cenário nas bolsas da região nesta sexta-feira.

Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong, que teve ligeira queda. O índice Hang Seng perdeu 18,46 pontos, ou 0,1%, e terminou aos 21.209,74 pontos - na semana, o índice acumulou alta de 2%.

Já as Bolsas da China apresentaram pesadas perdas, lideradas pelas ações de imobiliárias e bancos. O índice Xangai Composto perdeu 1,2% e encerrou aos 3.013,41 pontos - na semana, o índice baixou 0,6%. Já o índice Shenzhen Composto caiu 1,4% e terminou aos 1.147,44 pontos.

O yuan teve sua maior valorização em relação ao dólar no ano, devido às especulações de que Pequim irá mexer no câmbio ao término do Congresso Nacional do Povo - o encontro encerra-se domingo. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8255 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou praticamente estável, apesar dos ganhos em Wall Street. O índice Taiwan Weighted teve queda de apenas 1,33 ponto e encerrou aos 7.748,33 pontos.

Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou em alta seguindo os ganhos das bolsas dos EUA e sustentada por investidores estrangeiros, mas as ações das montadoras tiveram forte queda com a valorização do won. O índice Kospi avançou 0,4% e fechou aos 1.662,74 pontos.

A Bolsa de Sydney fechou praticamente estável, com a relutância dos investidores em assumir posições longas. O índice S&P/ASX 200 terminou com alta de apenas 0,1% e fechou aos 4.818,1 pontos.

Nas Filipinas, o índice PSE da Bolsa de Manila caiu 1,7% e encerrou aos 3.072,91 pontos, pressionado pelo expectativa de que o governo local comece a suspender medidas de ampliação da liquidez.

A Bolsa de Cingapura teve ligeira alta em linha com similares modestos ganhos em Wall Street uma vez que os investidores permanecem preocupados com o estado da economia global. O índice Straits Times subiu 0,3% e fechou aos 2.881,36 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,4% e fechou aos 2.666,51 pontos, com realizações de lucros após recentes ralis sobrepondo-se à elevação do rating do país pela Standard & Poor's.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, avançou 1,0% e fechou aos 733,34 pontos, já que os investidores acreditam que, enquanto alguma violência no fim de semana é possível, é improvável que ponha em risco o governo; estrangeiros agora são compradores líquidos por 14 dias seguidos, maior período desde janeiro de 2005.

O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, cedeu 0,8% e fechou aos 1.311.20, por conta de perdas em papéis de empresas agrícolas, de tecnologia e financeiras devido a realizações de lucros após recentes fortes ganhos. As informações são da Dow Jones
























12/03/2010 07:02  Tóquio sobe 0,8% com expectativa por medidas do BOJ

A Bolsa de Tóquio fechou em alta com as compras de ações por investidores estrangeiros ante a expectativa de que o banco central japonês adote medidas de flexibilização da política monetária. O índice Nikkei 225 avançou para uma máxima de sete semanas, com destaque para as ações dos laboratórios farmacêuticos, impulsionadas pela posição otimista de uma corretora sobre os medicamentos genéricos. O índice ganhou 86,31 pontos, ou 0,8%, e fechou aos 10.751,26 pontos, a maior pontuação desde 21 janeiro.

As compras recentes por parte dos investidores estrangeiros vêm se sustentando na expectativa de que o Banco do Japão (BOJ, banco central japonês) possa tomar medidas de flexibilização durante sua reunião de política monetária, de dois dias, que começa na próxima quarta-feira. "Se o resultado desapontar os investidores, o mercado pode se livrar dos ganhos recentes", disse Kenichi Hirano, estrategista da Tachibana Securities.

O vencimento dos contratos futuros e de opções do mês de março, que precificou o Nikkei 225 em 10.808,73 pontos, também reforçou o sentimento do mercado, pois veio acima das expectativas. As informações são da Dow Jones























   
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