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04/07/2008 18:34 Petróleo cai 1,1% em Londres e fecha a US$ 144,42
04/07/2008 17:43 Pelo 3º mês, resgates superam aplicações em fundos
04/07/2008 17:37 Ações de BM&F e Bovespa devem se fundir em agosto
04/07/2008 17:34 Ibovespa sobe 0,16% hoje, mas cai 7,7% na semana
04/07/2008 17:13 Dólar fecha em queda, mas permanece acima de R$ 1,60
04/07/2008 15:04 Bolsas da Europa fecham em baixa com setor bancário
04/07/2008 14:03 Ibovespa desacelera, mas segue em alta
04/07/2008 10:52 Dólar vira e cai, cotado abaixo de R$ 1,61
04/07/2008 10:47 Ibovespa vira e sobe, com Petrobras e Vale
04/07/2008 10:09 Estrangeiro retirou R$ 335,5 mi da Bovespa no dia 1º
04/07/2008 10:03 Ibovespa abre em baixa, mesmo com feriado nos EUA
04/07/2008 09:35 Petróleo cai, de olho em programa nuclear do Irã
04/07/2008 09:27 Dólar à vista abre em alta de 0,12% a R$ 1,612 na BM&F
04/07/2008 09:03 Bolsas européias caem com setor financeiro
04/07/2008 07:40 Fundos perdem para ouro, CDBs e poupança
04/07/2008 07:31 Vale: oferta chega a 446 mi de ações, com lote adicional
04/07/2008 07:31 Alta recorde do petróleo derruba maioria das asiáticas
04/07/2008 06:19 Bolsa de Tóquio cai 0,2% com ausência de investidores



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04/07/2008 18:34  Petróleo cai 1,1% em Londres e fecha a US$ 144,42

Nas transações eletrônicas da Bolsa Intercontinental, de Londres, os contratos futuros de petróleo Brent com entrega em agosto fecharam a US$ 144,42 por barril, em queda de US$ 1,66, ou 1,14%. A menor cotação registrada no dia foi de US$ 144,25 e a maior, de US$ 146,62. A Bolsa Mercantil de Nova York, que negocia os contratos futuros de petróleo WTI, não abriu hoje, devido ao feriado de Dia da Independência dos Estados Unidos. As informações são da Dow Jones.
























04/07/2008 17:43  Pelo 3º mês, resgates superam aplicações em fundos

A indústria de fundos de investimento doméstica contabilizou mais um mês de saída de recursos. Em junho, os resgates superaram as aplicações em R$ 10,173 bilhões, o terceiro mês consecutivo de captação líquida negativa, segundo dados divulgados pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). A rentabilidade negativa registrada por algumas dessas carteiras no mês passado e os resgates fizeram com que o patrimônio da indústria de fundos caísse para R$ 1,179 trilhão, queda de 1,23% na comparação com maio.

Os fundos de renda fixa foram os que registraram a maior captação negativa no mês, de R$ 10,002 bilhões. Na classificação feita pela Anbid, essa categoria de carteira representa cerca de 30% do total da indústria, com um patrimônio de R$ 358,889 bilhões. Outra categoria com resgates significativos no mês passado é a de fundos de direitos creditórios (FIDCs), que apresentou captação líquida negativa de R$ 2,314 bilhões. Já os fundos multimercados atraíram investidores em junho, com captação positiva de R$ 3,073 bilhões. Essa categoria é a segunda mais representativa da indústria, com patrimônio de R$ 263,030 bilhões.

Apesar das saídas de recursos por três meses consecutivos, a captação líquida está positiva no ano, em R$ 6,318 bilhões. Os FIDCs apresentaram aplicações superiores aos resgates de R$ 16,030 bilhões e os fundos de participação, captação positiva de R$ 15,231 bilhões. Na outra ponta, os fundos de renda fixa e os multimercados acumularam as maiores captações líquidas negativas entre janeiro e junho, R$ 11,686 bilhões e R$ 21,481 bilhões, respectivamente.
























04/07/2008 17:37  Ações de BM&F e Bovespa devem se fundir em agosto

A expectativa do presidente do Conselho de Administração da BM&F Bovespa, Gilberto Mifano, é de que até meados de agosto a empresa já tenha obtido o registro de companhia aberta e possa começar a negociar seus papéis no pregão da Bovespa. A estimativa foi feita por Mifano durante uma palestra para executivos da Câmara de Comércio Brasil-França.

A fusão entre as duas bolsas foi aprovada em maio deste ano, mas ainda hoje as ações das companhias continuam sendo negociadas separadamente no pregão paulista. Segundo o presidente, o principal benefício para o investidor com a fusão será o aumento de liquidez dos papéis. Atualmente, as ações da BM&F e da Bovespa ocupam o décimo lugar no ranking dos ativos mais negociados na bolsa paulista.

Durante a palestra, Mifano lembrou que a fusão vai exigir um corte de 25% dos custos da BM&F Bovespa ao longo dos próximos três anos. Ele admite que boa parte dessa redução virá da folha de pagamentos, que hoje representa cerca de 30% dos custos. Atualmente, as duas companhias têm 1,4 mil funcionários.

Mifano explicou que a redução no número de membros do conselho de administração da nova companhia promovida esta semana foi mais um passo na melhora da governança corporativa.
























04/07/2008 17:34  Ibovespa sobe 0,16% hoje, mas cai 7,7% na semana

O feriado norte-americano do Dia da Independência permitiu à Bovespa o luxo de fechar o pregão com ligeira alta, depois de ter tombado quase 9% nas três primeiras sessões de julho. A ausência dos investidores norte-americanos do pregão - e a pouca disposição daqueles que trabalharam - fez com que o volume fosse o segundo menor registrado em todo o ano de 2008, atrás apenas do verificado em 26 de maio (R$ 2,608 bilhões), também por conta de outro feriado, nos Estados Unidos e Reino Unido.

A Bovespa movimentou hoje apenas R$ 2,813 bilhões. No encerramento, o Ibovespa, principal índice, registrou alta de 0,16%, aos 59.365,4 pontos, reduzindo as perdas de julho a 8,69%. No ano, a queda da Bolsa alcança 7,08% e, na semana, somou 7,7%. O índice oscilou hoje entre a mínima de 58.786 pontos (-0,82%) e a máxima de 59.779 pontos (+0,85%).

Apesar de Wall Street não operar hoje, a leva de notícias ruins se manteve, dessa vez com origem na Europa, onde os mercados recuaram afetados pelo setor financeiro. O Goldman Sachs reduziu as estimativas de lucros de 40 bancos europeus até 2010 e disse ainda que as instituições terão de levantar US$ 94 bilhões em capital extra ou deixar de pagar dividendos durante um ano para fortalecerem seus balanços patrimoniais. Em Londres, o índice FT-100 encerrou com queda de 1,16%, acumulando perda de 2,12% na semana. O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, declinou 1,80%, perdendo 2,99% na semana. Em Frankfurt, o DAX-30 encerrou com baixa de 1,28% - na semana, a perda foi de 2,3%.

No Brasil, a alta tímida hoje foi decidida no finalzinho da sessão, que, até então, registrava queda, próxima à estabilidade. Nos últimos dias, as ordens de vendas foram amplificadas pela atuação dos estrangeiros, tanto que a saída de fluxo externo da Bovespa, recorde em junho, continua ocorrendo neste mês.

Para a próxima semana, o mau humor continua, mas há quem preveja uma onda de compras diante dos preços baixos de muitos ativos domésticos, entre eles as ações de primeira linha, Vale e Petrobras. Hoje, esses papéis estiveram entre os que avançaram, já com alguns corajosos indo às compras. Esse volume pode engrossar semana que vem se o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, nos discursos que fará na terça e na quinta-feira, conseguir tranqüilizar os mercados. Também são destaque da agenda da semana que vem a reunião do Banco da Inglaterra para decidir os juros no país e vários índices de inflação no Brasil.
























04/07/2008 17:13  Dólar fecha em queda, mas permanece acima de R$ 1,60

O dólar terminou o dia em queda ante o real, mas acima do patamar de R$ 1,60 pela quarta sessão consecutiva. No fechamento, o dólar comercial valia R$ 1,608, em baixa de 0,19%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista recuou 0,12%, cotado também a R$ 1,608. Nas quatro primeiras sessões de julho, a moeda americana subiu ante o real 0,69%. No ano, porém, as quedas apuradas estão em 9,41% (dólar comercial) e 9,52% (BM&F), sendo que a menor taxa registrada pelo dólar comercial neste ano até agora foi em 25 de junho, de R$ 1,591, que é o menor valor da moeda desde 20 de janeiro de 1999, de R$ 1,5735.

A moeda americana iniciou o dia em alta, por causa da continuidade do avanço do dólar nos mercados internacionais, com a queda do petróleo, e devido ao recuo das principais bolsas européias decorrente das preocupações com o setor bancário na região. Essa cautela foi realimentada pelo Goldman Sachs, que reduziu as estimativas de lucros de 40 bancos europeus até 2010. Além disso, o Goldman diz que as instituições terão de levantar US$ 94 bilhões em capital extra ou deixar de pagar dividendos durante um ano para fortalecerem seus balanços patrimoniais.

O avanço do dólar no começo da sessão acabou atraindo algumas ofertas da moeda por empresas exportadoras, que não encontraram demanda suficiente e levaram a uma inversão de sinal das cotações para queda, segundo um operador.

De fato, os volumes de negócios foram muito pequenos e também favoreceram o recuo das cotações. Muitas operações cambiais foram antecipadas para ontem, por causa da previsão da ausência hoje dos mercados norte-americanos em razão do feriado pelo Dia da Independência dos EUA.
























04/07/2008 15:04  Bolsas da Europa fecham em baixa com setor bancário

As bolsas européias encerraram a sexta-feira em queda, pressionadas pelo setor bancário. O banco Goldman Sachs reduziu as estimativas de lucros de 40 bancos europeus até 2010. Além disso, o Goldman diz que as instituições terão de levantar US$ 94 bilhões em capital extra ou deixar de pagar dividendos durante um ano para fortalecerem seus balanços patrimoniais. O fechamento dos mercados nos EUA, em virtude do feriado de Independência, reduziu os volumes negociados.

Londres

Em Londres, o índice FT-100 encerrou com queda de 1,16%, em 5.412,80 pontos. Na semana, o índice acumulou perda de 2,12%. Os papéis da financiadora de hipotecas Bradford & Bingley despencaram 18% depois que o fundo de investimentos TPG desistiu de assumir uma participação de 23% na instituição. A desistência foi provocada pelo rebaixamento da nota de crédito (rating) da B&B, ontem, pela agência de classificação de risco Moody's. Barclays caiu 4,5% e Lloyds recuou 2,2%. Já as ações da rede varejista Marks & Spencer chegaram a cair ao menor nível desde 2001 e fecharam com queda de 3,8% por causa de preocupações com a desaceleração da economia britânica.

Paris

O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, declinou 1,80%, para 4.266,00 pontos. Na semana, a perda foi de 2,99%. Por lá também os bancos sofreram. Société Générale declinou 2,5%, BNP Paribas caiu 2,8% e Crédit Agricole fechou com queda de 2,5%. Os investidores franceses, como outros da zona do euro, ficarão de olho em discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, na segunda-feira.

Frankfurt

Em Frankfurt, o DAX-30 encerrou com baixa de 1,28%, em 6.272,21 pontos - a queda na semana foi de 2,3%. Deutsche Postbank declinou 4,8%. Fontes disseram à Dow Jones que um acordo para venda do banco está longe. Deutsche Bank fechou com baixa de 2,8%.

Madri

O Ibex-35, da Bolsa de Madri, terminou o dia com queda de 1,79%, em 11.765,90 pontos. O declínio na semana foi de 2,68%. O rebaixamento promovido pelo Goldman Sachs fez com que as ações do Santander fechassem com perda de 4,3%. Bankinter caiu 6,3% e Telefónica recuou 1,5%.

Lisboa

Em Lisboa, o índice PSI-20 caiu 1,62%, para 8.553,70 pontos - na semana, o recuo foi de 5%. As ações do Banco Comercial Português encerraram com perda de 4,8% e as do Banco Espírito Santo cederam 1,6%. Portugal Telecom declinou 1,7%. As informações são da Dow Jones.
























04/07/2008 14:03  Ibovespa desacelera, mas segue em alta

Após subir 0,85%, na pontuação máxima do dia, o índice Bovespa, que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), reduziu os ganhos e apresenta leves variações, oscilando entre os terrenos positivo e negativo no início da tarde de hoje. Por volta das 14 horas (de Brasília), o Ibovespa tinha leve alta, de 0,05%, a 59.300 pontos, e registrava um volume financeiro de R$ 1,52 bilhão. Na mínima, o indicador cedeu 0,82%, a 58.786 pontos.

É válido lembrar que a ausência do principal mercado de ações de referência, o norte-americano, em função do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos hoje, deixou os negócios na Bovespa praticamente de lado, sem a presença dos investidores estrangeiros. Na Europa, as principais bolsas da região fecharam em queda, com perdas superior a 1%. A Bolsa de Londres, por exemplo, cedeu 1,16%, e Paris cai 1,80%, na mínima do dia.

Apesar da oscilação do Ibovespa, as ações de primeira linha (blue chips), Petrobras e Vale, operam em alta. Às 14h02, os papéis ordinários (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera subiam 1,56% e 1,32%, respectivamente, enquanto as ações ON e PN classe A (PNA) da mineradora avançavam 1,77% e 2,22%, nesta ordem.
























04/07/2008 10:52  Dólar vira e cai, cotado abaixo de R$ 1,61

Após uma abertura em alta, o dólar inverteu o sinal e passou a ser cotado em baixa em relação ao real, abaixo de R$ 1,61 - nível recuperado no fechamento dos negócios ontem.

Às 10h50 (de Brasília), o dólar comercial caía 0,19%, cotado a R$ 1,608 no mercado interbancário de câmbio, na taxa mínima do dia até o momento. Na abertura, a moeda norte-americana apresentou alta de 0,19% a R$ 1,614. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedia 0,12%, cotado a R$ 1,608, também na taxa mínima do dia. Na abertura, os contratos de liquidação à vista do dólar tiveram alta de 0,12%, a R$ 1,612.

Até o momento, o Banco Central não interveio no mercado de câmbio, com o anúncio do leilão de compra de dólares.

Ontem, o dólar comercial fechou em alta de 0,50%, a R$ 1,611, e o dólar à vista subiu 0,44%, a R$ 1,61.
























04/07/2008 10:47  Ibovespa vira e sobe, com Petrobras e Vale

A ausência dos mercado em Nova York hoje, que não abriram devido ao feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, aliviou parte da pressão de baixa no mercado doméstico e abriu espaço para que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) recupere parte das perdas registradas este mês, que se aproximam de 9%. Após uma abertura em baixa, o índice Bovespa inverteu o sinal e subia 0,85%, a 59.778 pontos, na pontuação máxima do dia até o momento, às 10h47 (de Brasília).

A mudança de direção foi influenciada pelos ganhos das ações da Petrobras e da Vale, que operam em alta próxima ou superior a 2%. Às 10h44, os papéis ordinários (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera ganhavam 2,22% e 2,12% - ambos na máxima do dia -, a R$ 53,00 e R$ 43,45, respectivamente. No mercado internacional, o contrato futuro do petróleo é negociado em baixa, tanto em Londres quanto em Nova York, após o fechamento recorde de ontem.

Já as ações ON e PN classe A (PNA) da Vale operavam em alta de 1,90% e 1,97%, respectivamente, a R$ 51,92 e R$ 43,55. A mineradora inicia hoje a apresentação da sua oferta global de ações para os investidores potenciais. Hoje a empresa informou que a oferta soma, a valor de mercado, R$ 21,165 bilhões, considerando o exercício integral de lote suplementar de até 15% das ações preferenciais (PN) inicialmente ofertadas.

Com base no preço de fechamento de ontem dos papéis da Vale, o lote de ações ordinárias soma R$ 13,090 bilhões (ação a R$ 50,95), enquanto as ações preferenciais, incluindo as suplementares, totalizam R$ 8,075 bilhões. Pelo dólar comercial do fechamento de ontem (R$ 1,611), a operação equivale a US$ 13,138 bilhões. Em 10 de junho, quando anunciou a intenção de fazer a emissão global, a mineradora disse que pretendia fazer uma oferta primária de ações com valor de até US$ 15 bilhões.
























04/07/2008 10:09  Estrangeiro retirou R$ 335,5 mi da Bovespa no dia 1º

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou saída de R$ 335,511 milhões em capital externo no pregão de terça-feira, 1º de julho. Naquela data, houve compras de R$ 2,496 bilhões e vendas de R$ 2,831 bilhões. Com essa saída, o saldo negativo acumulado no ano aumentou para R$ 6,992 bilhões.

Na terça-feira, o índice Bovespa fechou em baixa de 2,49% a 63.396 pontos. O volume financeiro total negociado naquele dia foi de R$ 6,487 bilhões.

Em junho, a Bovespa registrou recorde de saída de recursos estrangeiros, com o total de R$ 7,415 bilhões. Os investidores estrangeiros compraram R$ 45,557 bilhões em ações no mês passado, mas venderam outros R$ 52,972 bilhões. Junho foi um mês de fortes perdas para o Ibovespa, que caiu 10,43%.
























04/07/2008 10:03  Ibovespa abre em baixa, mesmo com feriado nos EUA

Sem o referencial do mercado norte-americano hoje, devido ao feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, e com a agenda vazia de indicadores econômicos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve registrar um dia de pouca liquidez nos negócios, com os investidores de olho já na próxima semana. No entanto, isso não significa necessariamente que a Bolsa brasileira possa ter uma trégua e inverter o forte movimento negativo verificado esta semana. Às 10h03 (de Brasília), o índice Bovespa caía 0,34%, a 59.074 pontos, na mínima do dia até o momento.

Segundo um operador, apesar do feriado lá fora, muitos investidores estrangeiros deixaram ordens de venda para serem executadas hoje. "Dependendo do ritmo dos negócios, as ordens de suspensão de compras para evitar perdas (stop loss) podem correr solto", comenta um profissional. Ele, no entanto, não acredita que a Bolsa tenha hoje fôlego para romper mais um importante suporte de resistência, os 58 mil pontos. "Ontem a Bolsa fechou abaixo dos 60 mil (a 59.273 pontos, com queda de 3%), rompendo um forte suporte, mas não acredito que ela consiga romper um novo suporte hoje. Mas, para a próxima semana, os 58 mil pontos estão na mira", diz.

A constante preocupação com o ritmo da economia mundial, com a inflação, o avanço das matérias-primas (commodities), em especial o preço do petróleo, e os juros, está levando estrangeiros a se desfazerem de ações de países emergentes, principalmente do Brasil. Isso porque a Bolsa paulista apresentou desempenho bastante positivo nos últimos anos. Prova de que o investidor está, de fato, deixando o mercado de ações brasileiro neste momento é que a Bovespa registrou a maior saída líquida de capital externo de sua história em junho, de R$ 7,415 bilhões. O resultado é superior, inclusive, ao saldo negativo acumulado no ano, que soma R$ 6,656 bilhões.

No cenário externo, o petróleo sinaliza uma trégua hoje, após o novo recorde de alta ontem, quando o contrato futuro do petróleo tipo Brent superou, pela primeira vez, a marca de US$ 146 o barril, em Londres; e o petróleo tipo WTI fechou acima de US$ 145 o barril, em Nova York. Porém, não dá para baixar a guarda totalmente. Enquanto a matéria-prima (commodity) opera em ligeira queda, as bolsas européias mostram perdas diante de preocupações com o setor financeiro, em um sinal de que a falta de confiança continua permeando os negócios. Às 9h56 (de Brasília), a Bolsa de Londres perdia 1,1%, Paris caía 1,45% e Frankfurt apresentava declínio de 1,07%. No mesmo horário, o futuro do WTI tinha desvalorização de 0,83%, a US$ 144,09 o barril.

Ações

A mineradora Vale inicia hoje a apresentação da sua oferta global de ações para os investidores potenciais. Hoje a empresa informou que a oferta soma, a valor de mercado, R$ 21,165 bilhões, considerando o exercício integral de lote suplementar de até 15% das ações preferenciais (PN) inicialmente ofertadas.

Com base no preço de fechamento de ontem dos papéis da Vale, o lote de ações ordinárias soma R$ 13,090 bilhões (ação a R$ 50,95), enquanto as ações preferenciais, incluindo as suplementares, totalizam R$ 8,075 bilhões. Pelo dólar comercial do fechamento de ontem (R$ 1,611), a operação equivale a US$ 13,138 bilhões. Em 10 de junho, quando anunciou a intenção de fazer a emissão global, a mineradora disse que pretendia fazer uma oferta primária de ações com valor de até US$ 15 bilhões. Às 10h03, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da mineradora caíam 0,88% e 1,03%, respectivamente.
























04/07/2008 09:35  Petróleo cai, de olho em programa nuclear do Irã

Os contratos futuros do petróleo, negociados em Londres e em Nova York, operam em queda na manhã de hoje, refletindo expectativas positivas para a sinalização do Irã de que está disposto a discutir as propostas alternativas apresentadas pelo Ocidente para seu programa de energia nuclear. Segundo o negociados iraniano Saeed Jalili, o Irã deverá responder hoje às propostas feitas pelas potencias mundiais para encerrar a disputa em relação a seu programa nuclear.

"A República Islâmica está preparada e apresentou uma resposta para a carta de seis países com uma visão construtiva e criativa e com foco no interesse coletivo", disse Jalili por telefone ao diretor de política externa da União Européia (UE), Javier Solana, segundo uma TV estatal. "A resposta da República Islâmica à carta dos ministros de relações externas dos seis países será entregue hoje", disse Jalili. A informação foi confirmada pela porta-voz de Solana, Cristina Gallach, acrescentando que Jalili afirmou que responderia "muito em breve".

A resposta do Irã diminui temores de que uma disputa em relação a seu programa de energia nuclear possa levar a um conflito armado e ao desequilíbrio da oferta de petróleo pelo Oriente Médio. Uma resposta era prevista para a semana que vem.

Além disso, o feriado nos Estados Unidos hoje, em comemoração ao Dia da Independência do país, diminui a liquidez. Hoje, mercados, bancos e órgãos do governo norte-americanos não abrem.

Às 9h35 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em agosto caía 0,80% para US$ 144,13 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato futuro do petróleo tipo Brent com mesmo vencimento cedia 0,80% para US$ 144,91 o barril. Ontem, ambos contratos estabeleceram novos recordes de alta ontem. As informações são da Dow Jones.
























04/07/2008 09:27  Dólar à vista abre em alta de 0,12% a R$ 1,612 na BM&F

O dólar à vista abriu em alta de 0,12% hoje, cotado a R$ 1,612 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Ontem, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,44%, a R$ 1,61.

O feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos permite um dia de maior tranqüilidade nos mercados internacionais hoje. No mercado de câmbio, a perspectiva de que novas notícias negativas não surjam hoje e a sinalização dada ontem pelo Banco Central Europeu (BCE) de que a elevação do juro da região em 0,25 ponto porcentual, para 4,25% ao ano, já deve ser suficiente, dão fôlego de alta ao dólar ante as principais moedas estrangeiras. O petróleo recua após o novo recorde de alta ontem, a US$ 145,29 o barril. Por aqui, a expectativa é que a moeda norte-americana tenha um volume reduzido de negócios.

Além do cenário externo conturbado, a pressão de alta registrada pelo dólar ante o real, nos últimos dias, teve influência do comportamento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O mercado nacional de ações vem acumulando perdas expressivas (cerca de 9% só este mês), que estão sendo acompanhadas por saídas volumosas de dinheiro de investidores estrangeiros. Em junho, a fuga desses investidores foi recorde, de R$ 7,415 bilhões.

Os especialistas em câmbio dizem que esse movimento está afetando o dólar, ajudando a evitar que as cotações sigam a rota de queda registrada há anos. Mas hoje, também a bolsa deve ser freada pelo feriado norte-americano, tanto em desempenho, quanto em volume.

Vale registrar que, apesar do feriado norte-americano e do sentimento de alívio que isso permite a parte do mercado, as bolsas européias registram perdas nesta manhã. A trajetória deixa claro que as preocupações com atividade, sistema financeiro e inflação continuam e que é necessário mais do que um dia de trégua nos EUA para que a cautela seja abandonada.
























04/07/2008 09:03  Bolsas européias caem com setor financeiro

As principais bolsas européias acentuaram as perdas na manhã de hoje, com as ações de bancos continuando a ter forte peso no desempenho dos índices. Notícias da cedente de hipotecas britânica Bradford & Bingley abateram o negócios, assim como a redução na recomendação de algumas ações de bancos pelo banco de investimento Goldman Sachs, que reduziu as estimativas de ganhos para 40 bancos na Europa e disse que as instituições terão de reter o equivalente a um ano de dividendos.

Às 9 horas (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,79%, a Bolsa de Paris cedia 1,09% e a Bolsa de Frankfurt recuava 0,72%. Segundo operadores, com os mercados nos EUA fechados pelo feriado de Independência hoje, há poucos fatores para guiar o rumo dos negócios para algum lado, além das contínuas preocupações com o preço do petróleo. No mesmo horário, o contrato futuro com vencimento em agosto caía 0,89% a US$ 144,00 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

No setor financeiro, As ações do Banco Santander caíam 3,5% após o banco espanhol ter sua recomendação reduzida de compra para neutra pelo Goldman Sachs. A Bradford & Bingley recuava 9,02% com a informação de que o grupo de private equity dos EUA TPG Capital se retirou do acordo para injetar recursos.

Por outro lado, as ações do gigante bancário suíço UBS subiam 0,28%. O banco disse que benefícios tributários e ganhos com hedge permitirão manter as perdas potenciais no segundo trimestre baixas, apesar de novas baixas contábeis ligadas à crise de hipotecas de segunda linha (subprime). Segundo analistas, o comentário do banco serve de alívio aos investidores após temores de que pudesse registrar prejuízo de 4 bilhões a 5 bilhões de francos, o que poderia levar a um pedido por mais injeção de recursos dos acionistas. As informações são da Dow Jones.
























04/07/2008 07:40  Fundos perdem para ouro, CDBs e poupança

A baixa remuneração de alguns fundos de investimentos (seja de renda fixa ou multimercado) tem empurrado os investidores para outras opções de aplicação. Nos últimos meses, enquanto a indústria de fundos amargou resgates de quase R$ 15 bilhões, Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), ouro e até a caderneta de poupança registraram altas expressivas.

Segundo especialistas, alguns investidores estão fugindo das taxas de administração cobradas dos fundos, que têm corroído a remuneração baseada na taxa básica de juros, a Selic, hoje em 12,25% ao ano. Outros têm preferido resgatar os recursos de fundos multimercados, considerados mais arriscados, para escapar da turbulência do mercado financeiro. Junta-se a isso o fato de os bancos terem melhorado a rentabilidade dos CDBs para captar recursos no mercado e emprestar aos consumidores.

Isso atraiu uma onda de investimentos. Segundo dados da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), do início de janeiro até ontem, o estoque de CDBs no mercado havia crescido 40%, de R$ 360 bilhões para R$ 495 bilhões. A superintendente de Assessoria de Investimentos do Santander, Sinara Polycarpo Figueiredo, confirma que a demanda pelo produto está bastante aquecida. Isso porque, dependendo do valor da aplicação, a rentabilidade pode superar 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) - a taxa de junho estava em 11,99% - sem cobrança de taxa de administração. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
























04/07/2008 07:31  Vale: oferta chega a 446 mi de ações, com lote adicional

A oferta primária de ações da Vale inclui opção de lote suplementar de até 15% dos papéis preferenciais (PN) ofertados no âmbito da operação, segundo aviso ao mercado publicado hoje pela mineradora nos jornais. Assim, a oferta global da companhia pode envolver um total de até 445,989 milhões de ações, sendo 256,9 milhões de ações ordinárias (ON), 164,4 milhões de ações PN e até 24,66 milhões de ações preferenciais suplementares, se a opção de distribuição do lote for integralmente exercida.

O período de reserva das ações da Vale na oferta primária global da mineradora vai de 11 a 15 de julho, de acordo com o aviso ao mercado. O encerramento do processo do livro de ofertas (bookbuilding) e a fixação do preço por ação devem ocorrer no dia 16 deste mês, com início das negociações das ações da operação prevista para o dia 18 de julho. A data da liquidação financeira da oferta global é 22 de julho.
























04/07/2008 07:31  Alta recorde do petróleo derruba maioria das asiáticas

A maioria das Bolsas da Ásia voltou a sofrer queda, fundamentalmente devido à alta recorde do petróleo, que ameaça afetar os ganhos e desacelerar os gastos dos consumidores. Esta semana foi pontuada pelos temores com a estagflação e a deterioração do sentimento depois que o índice Dow Jones entrou no chamado "mercado do urso". Na Bolsa de Hong Kong, a recuperação de algumas blue chips e uma previsão de alta dos lucros do Banco de Indústria e Comércio da China (ICBC, na sigla em inglês) animaram o mercado de ações. O índice Hang Seng subiu 0,85% e fechou aos 21.423,82 pontos. As ações da China Mobile subiram 2%.

Nas Bolsa da China, o declínio das refinarias por conta da alta do petróleo passou por cima dos ganhos dos bancos depois que duas instituições líderes previram altas fortes nos lucros do primeiro semestre. O índice Shanghai Composto teve queda de 1,2% e fechou aos 2.669,89 pontos. Já o Shenzhen Composto caiu 0,6% e fechou aos 807,19 pontos. Yuan - Fortes altas do dólar ante o euro empurraram o yuan ao fechamento em baixa ante a moeda americana. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8589 yuans, acima da última cotação de quinta-feira, que foi de 6,8510 yuans.

Na Coréia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve queda de 1,8% e fechou aos 1.577,94 pontos, o mais baixo nível desde 17 de março. Em Taiwan, o índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipé sofreu baixa de 2,2% e fechou aos 7.228,41 pontos - patamar mais baixo desde 14 de novembro de 2006. Nas Filipinas, o mercado de ações voltou a fechar em alta após cinco dias consecutivos de perdas. O PSE Composto da Bolsa de Manila teve alta de 1,3% e fechou aos 2.369,21 pontos. Empresas do setor financeiro e de mineração contribuíram para uma vigorosa recuperação do mercado australiano de ações, e o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney apresentou alta de 1,7% e fechou aos 5.082,1 pontos. As ações da Rio Tinto subiram 3,1% e as da BHP Billiton, 2,2%.

A Bolsa de Cingapura foi estimulada pela alta do Dow Jones e o índice Strait Times subiu 0,4% e fechou aos 2.892,54 pontos. O mercado tailandês também subiu, mas a retomada da manhã foi contraída por realizações de lucros de curto prazo na parte da tarde. O índice SET da Bolsa de Bangcoc teve alta de 0,1% e fechou aos 743,03 pontos. O mercado indonésio também teve alta, devido à recuperação dos papéis de empresas de mineração e às blue chips de bancos. O índice composto da Bolsa de Jacarta subiu 1,2% e fechou aos 2.314,75 pontos. Depois de ficar um dia todo sem operar devido a um defeito técnico, a Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve baixa,devido a uma soma de questões políticas locais negativas com incertezas quanto à economia local e global. O índice composto de cem blue chips caiu 1,7% e fechou aos 1.134,14 pontos. As informações são da Dow Jones
























04/07/2008 06:19  Bolsa de Tóquio cai 0,2% com ausência de investidores

A Bolsa de Tóquio fechou em queda, marcada pela falta de direção das negociações e com vários participantes longe do mercado antes do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos. Este foi o 12º dia consecutivo de declínio do índice Nikkei, que recuou 27,51 pontos, ou 0,2%, e fechou aos 13.237,89 pontos. As informações são da Dow Jones























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